segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Papa Francisco revigora a Igreja nos primeiros meses de seu pontificado


Primeiro latino-americano no posto, Francisco promete mudanças profundas.

Plano de reformas enfrenta reação dos setores mais conservadores.

O ano de 2013 vai ficar marcado por importantes mudanças de rumo na Igreja Católica com a surpreendente renúncia doPapa Bento XVI e a escolha, em março, do primeiro Papa latino-americano, o jesuíta argentino Jorge Mario Bergoglio. Ao longo do primeiro ano de papado, Francisco promoveu profundas transformações dentro e fora dos muros do Vaticano. Em poucos meses, o Papa Francisco tirou a Igreja da agenda negativa em que vivia: disputa de poder na Cúria Romana, suspeitas de fraude no Banco do Vaticano, vazamento de documentos secretos, escândalos de pedofilia. Com seu estilo simples e pastoral, o novo Papa conquistou as massas, aumentou a frequência nas Igrejas e deu novo vigor aos fiéis.
As pessoas estão indo a Roma para tocar no Papa Francisco"
Dom Raymundo Damesceno
É uma revolução que estava esperando a Igreja e o mundo durante muitos séculos"
Juan Arias, vaticanista do 'El País'
“As pessoas, no tempo do Papa João Paulo II, iam a Roma para ver o Papa. No tempo do Papa Bento XVI, as pessoas iam para escutar o Papa Bento XVI, e agora as pessoas estão indo a Roma para tocar no Papa Francisco”, afirma o cardeal Dom Raymundo Damasceno, arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB.
“Conheci sete papas. É a primeira vez, em muitos séculos, que estamos em frente a uma grande revolução, a maior revolução da história. Esta volta deste papa, em gestos, na sua vida, no seu modo de entender a nova teologia, voltar uns mil anos atrás, essa é uma revolução que estava esperando a Igreja e o mundo durante muitos séculos”, opina Juan Arias, vaticanista do jornal espanhol 'El País'.
A primeira grande aparição internacional do novo papa foi no Rio de Janeiro, em julho, durante a Jornada Mundial da Juventude. Os olhos do mundo estavam em cada gesto e reação de Francisco. Foi durante a visita ao Brasil que oPapa concedeu a primeira entrevista exclusiva, que foi ao ar na GloboNews. Na conversa com Gerson Camarotti, ele antecipou as principais diretrizes do pontificado: condenou o luxo e pregou uma Igreja mais simples e acolhedora. "Para mim, é fundamental a proximidade da Igreja, porque a Igreja é mãe. E nem você nem eu conhecemos uma mãe por correspondência. A mãe dá carinho, toca, beija, ama”, declarou o Papa Francisco. O secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, reforça as palavras do Papa Francisco: “Sentimos que temos que arregaçar mais as mangas, servir mais, sermos mais livres, mais presentes. Isso é um caminho que começa a se abrir diante de nós”.
 

O Papa Francisco é uma pessoa que encarna o discernimento em todas as suas escolhas"
Antonio Spadaro, jesuíta italiano
Em outra entrevista, Francisco aprofundou o tema. Foram três encontros com o jesuíta italiano Antonio Spadaro. O resultado foi publicado em setembro, na revista ‘La Civiltà Cattolica’. “O Papa Francisco é uma pessoa que encarna o discernimento em todas as suas escolhas, em toda a sua vida. Portanto, cada decisão é amadurecida num processo de oração a partir dos sinais que ele vê da história”, aponta Spadaro.
O texto mostra que Bergoglio não tocará na doutrina da Igreja Católica, mas sinaliza para uma significativa mudança de tom na Santa Sé ao ressaltar que a Igreja não pode ser obcecada por temas morais como a condenação ao aborto, à contracepção e ao casamento entre homossexuais. “O Papa Francisco é a expressão da Igreja latino-americana, que sente a necessidade de um novo anúncio do evangelho, de uma atitude mais pastoral e missionária. Nesse sentido, com certeza há uma mudança de tom, de timbre”, analisa o padre Spadaro.
Mudança nas palavras e na atitude
A necessidade de mudança não se refletiu apenas no tom, mas também nas ações do novo Papa.  Em pouco tempo, Francisco substituiu os titulares de cargos estratégicos na Cúria Romana. Na congregação do clero, saiu o cardeal conservador Mauro Piacenza e entrou o arcebispo Beniamino Stella.  Para a secretaria de estado, o Papa substituiu o ex-poderoso cardeal Tarcisio Bertone pelo arcebispo Pietro Parolin.
Para aprofundar o processo de Reforma da Cúria, o governo da Igreja Católica, o Papa Francisco acionou o G8, como é conhecido o conselho de oito cardeais. Um dos primeiros resultados dos encontros foi a criação de uma comissão para proteger os menores vítimas de abusos sexuais e combater os casos de pedofilia no clero. “O fato de ter pessoas que com ele, juntos, compreendem aquilo que é importante para a Igreja hoje”, afirma o padre Spadaro.
Ele [Papa Francisco] não quer governar a Igreja sozinho"
Dom Raymundo Damasceno
O cardeal de Aparecida e presidente da CNBB, dom Raymundo Damasceno, acredita que, no início de 2014, o Papa Francisco deve anunciar novas mudanças na Cúria Romana. “O Papa quer dar realmente um destaque especial nesse governo colegial. Então, através da Cúria Romana, através das conferências episcopais, através do colégio dos cardiais. Ele não quer governar a Igreja sozinho”, diz.
Além de levar a vida com extrema simplicidade, Francisco começou a cobrar o exemplo por parte dos integrantes da cúpula da Igreja. Numa decisão surpreendente, determinou o afastamento do bispo alemão Tebartz-Van Elst. Conhecido como ‘Bispo de Luxo’ por gastar cerca de 35 milhões de euros - mais de R$ 100 milhões - em uma casa paroquial, ele foi obrigado a deixar a diocese por um período indeterminado. Em outra atitude inédita, o Papa determinou que fosse enviado às paróquias de todo o mundo um amplo questionário para a preparação da Assembleia de Bispos sobre a Família. O questionário de 38 perguntas aborda de forma direta temas-tabu, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo, adoção por casais homossexuais e o divórcio.
'Efeito Francisco'

Em apenas nove meses, a Igreja avançou em relação ao seu maior desafio atual: estancar a queda no número de católicos praticantes, pelo menos na Europa. Uma pesquisa do Centro de Estudos de Novas Religiões mostra que metade dos 250 padres entrevistados relatou aumento de público nas Igrejas italianas desde a eleição do cardeal argentino. O fenômeno foi batizado por especialistas de ‘Efeito Francisco’.  No Reino Unido, onde a pesquisa visitou 22 catedrais, o percentual é ainda maior: 65% disseram que houve aumento de frequentadores.

O 'Efeito Francisco' também chegou às redes sociais. Quando assumiu, a conta do Papa em um microblog tinha dois milhões de seguidores. No fim de outubro, atingiu a marca de dez milhões de seguidores, um salto de 400% em sete meses. “Santo Padre está muito preocupado em que o rosto da Igreja em relação a um país, em relação a uma cultura, se torne cada vez mais visível. Essa diversidade enriqueceria e enriquece muito a Igreja”, comenta dom Leonardo.
Se de um lado, Francisco teve sucesso na estratégia de atrair mais fiéis para a Igreja, por outro já começa a enfrentar reação de setores mais conservadores, incomodados com as mudanças. O prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o arcebispo Ludwing Müller, afirmou em artigo no jornal ‘Observatório Romano’ que não se pode mudar a doutrina católica para readmitir os descasados nos sacramentos, uma referência indireta à posição mais liberal do Papa. O cardeal Marx, arcebispo de Munique, reagiu e afirmou que o monsenhor Müller não poderia impedir a discussão sobre a comunhão aos divorciados.
 

O Papa quer uma Igreja com as portas abertas"
Antonio Spadaro, jesuíta italiano
“O Papa quer uma Igreja com as portas abertas, quer uma Igreja pastoral, uma Igreja em missão, uma vez que esses são elementos fundamentais para o resgate da Igreja de hoje. Alguns poucos estão preocupados, pois pensam que essa atenção à missionariedade pode levar ao risco de perder alguma coisa” destaca o o jesuíta italiano Antonio Spadaro.
Fora da Igreja, também há críticas, como a dos integrantes do Tea Party, grupo americano de extrema-direita do Partido Republicano, que chamou Francisco de marxista. O próprio Papa, em entrevista ao jornal italiano ‘La Stampa’, afirmou não se sentir ofendido em ser chamado de marxista e defendeu a doutrina social da Igreja.
“Não é agora com o Papa Francisco que essas reações estão presentes. Eu pessoalmente penso assim, que é uma espécie de insegurança, de se buscar uma segurança em determinadas ideias, em determinadas afirmações, em determinadas normas. Talvez até diria uma segurança numa moral. O Santo Padre está insistindo que a segurança está no evangelho. A segurança não está numa doutrina”, diz dom Leonardo.
Plano de reforma
No primeiro documento escrito exclusivamente pelo novo Papa, Francisco apresentou o plano da maior reforma feita no Vaticano em pelo menos meio século ao propor a descentralização da Igreja. “Um dos problemas fundamentais que o Papa encontrava na sua vida como jesuíta, como ele diz na entrevista, é o fato de que ele se aconselhava muito pouco. Não tinham grupos de consulta. Tomava decisões imediatas, autônomas, muito pessoais. É um aspecto do Papa Francisco que nós não conhecíamos, muito diferente como ele tem se apresentado. Assim, o Papa, aprendeu por experiência pessoal a importância da troca de opiniões, ouvir os conselheiros, da discussão com os outros, do diálogo”, avalia Spadaro.
Na exortação apostólica intitulada ‘A alegria do evangelho’, Francisco diz preferir uma Igreja ferida e suja, porque esteve nas ruas, a uma Igreja doente por estar confinada e agarrada à sua própria segurança. Ele condena o que define como a "globalização da indiferença" e reafirmou a "opção preferencial pelos pobres". Ao destinar uma parte importante de seu texto à situação mundial, ele criticou o modelo econômico atual.

Em dezembro, Francisco foi eleito a personalidade do ano pela revista norte-americana ‘Time’. A editora ressaltou que o Papa se tornou a voz da consciência e que, poucas vezes, um novo ator no cenário mundial captou tanta atenção de maneira tão rápida como fez Francisco.

O Papa é perfeito como comunicador. Para ele, comunicar-se significa partilhar, criar relações"
Antonio Spadaro, jesuíta italiano
“O Papa é perfeito nesse sentido, como comunicador. O que é estranho, porque o Papa é uma pessoa que tem 76 anos, portanto aparentemente fora das dinâmicas da comunicação ordinária. Francisco é um homem da pastoral, que sempre esteve em meio às pessoas, sabe como se comunicar. Não como estratégia, ele não é um estrategista. Para ele, comunicar-se significa partilhar, criar relações, não transmitir uma mensagem de cima para baixo”, avalia Spadaro.
O grande desafio de Francisco será abrir caminhos e quebrar resistências em todos os níveis da Igreja Católica para conseguir implementar suas mudanças. Para um observador distante, os passos de Francisco podem ser lentos, mas para os padrões da Santa Sé, a velocidade dessas transformações em tão pouco tempo é algo sem precedentes nas últimas décadas. Mesmo assim, já é consenso dentro dos muros do Vaticano que muitas das mudanças sugeridas só devem ser adotadas nos futuros pontificados. Afinal, esse é o tempo da Igreja.

Fonte: globo news.com.br

sábado, 21 de dezembro de 2013

Comunicado Oficial de Dom Edney Gouvêa Mattoso, Bispo diocesano de Nova Friburgo


Categoria: Brasil e o Mundo

Publicado em 18 de dezembro de 2013

Caros irmãos e amigos,

Decidi escrever este artigo para somar minha voz contra algo terrível que está para acontecer em nosso país. Não podemos nos calar. Não podemos dar-nos o luxo da desinformação.

Amanhã será votado no Senado federal um Plano Nacional de Educação (PL 103/102) que decide por nós, mas que, com toda segurança, não nos representa. Seu objetivo é ditar como será a educação de nossas crianças e jovens nos próximos dez anos.

Pouco se tem falado nos meios de comunicação social sobre esta ação tão importante. Porém, quero alertar para o fato que uma das linhas mestras deste novo plano, apoiado por um grupo muito restrito de ideólogos, enfatiza a obrigatoriedade de se ensinar nas escolas, a chamada “ideologia de gênero”.

Para ser mais claro, esta “ideologia” diz que nossas crianças e jovens não devem se nortear pelo “sexo” biológico, mas que precisam aprender que têm um “gênero” não biológico, artificial e, além disso, que podem escolher sua “orientação sexual”: heterossexual, homossexual, bissexual, transexual, etc. O problema em questão, neste momento, não é a verdade de tal “ideologia”, mas outro mais urgente.

Atualmente muitas escolas já adotaram esta “cartilha do governo”, porém isto ainda não é lei, o que permite a possibilidade das instituições de ensino optar pela concepção tradicional. Porém, depois de aprovado um “Plano Nacional de Educação” que defenda estas ideias, não será mais possível objetar. Perderemos o direito de escolher o que nossos filhos aprenderão nas escolas sobre este assunto, pois todos deverão ensinar a chamada “ideologia de gênero”.

Minha pergunta é a seguinte: Senhores pais e mães de família, vocês querem que seus filhos sejam educados na “ideologia de gênero”? De fato o Governo Federal está representando vocês quando apoia a aprovação desta lei? E ainda:

Como podemos nos orgulhar de viver num sistema democrático que não respeita as diferentes opiniões?

Peço a todos que, por favor, manifestem através dos meios de comunicação que dispõe sua rejeição a esta imposição que nos assemelha a sistemas ditatoriais desumanos! Creio que nem mesmo nossos senadores, representantes do povo brasileiro, estão cientes da gravidade da questão. Por isto, logo abaixo, coloco o endereço eletrônico de todos eles e peço que não se calem em seu direito de serem legitimamente representados em seus interesses de cidadãos brasileiros.

O texto deve dizer que é seu “desejo que seja rejeitado o substitutivo do Senador Vital do Rêgo e rejeitada também a inclusão da igualdade de gênero como diretriz do Plano Nacional de Educação”.

Creio que nossa união poderá fazer a diferença neste momento. Também tenho certeza de que procurei fazer a minha parte.

Deus abençoe a todos!

Dom Edney Gouvêa Mattoso, Bispo Diocesano de Nova Friburgo

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Vale a pena ler: Podemos mudar


Por Dom Orani Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro.

Mais uma vez nossos olhos e ouvidos voltam-se e abrem-se para um novo apelo: combater a fome no mundo. Certa vez, Madre Tereza de Calcutá disse: “Meu Deus, como dói esta dor desconhecida...” referindo-se aos pobres, famintos e doentes moribundos nas sarjetas. Por isso, fiel ao meu ministério a Cristo e à Igreja uno-me ao Santo Padre, o Papa Francisco, que abriu a Campanha Mundial da Caritas Internacional contra a fome no mundo, lançada no Vaticano com a presença de mais de 30 mil fiéis na Praça de São Pedro, no último dia 10 de dezembro, aniversário da Declaração Mundial dos Direitos Humanos. Em unidade com toda a Igreja e aos milhões de irmãos que sofrem, também digo: “meu Deus, como dói esta dolorosa dor da fome”.

O Papa Francisco exorta os católicos, governantes e toda sociedade civil para um total engajamento, a fim de erradicar aquilo que ele chama de “escândalo da fome”. O Papa convida para que todos se juntem ao slogan da Campanha da Cáritas: “Uma só Família humana, alimento para todos”.


Mais aqui >Podemos mudar
Por: ercio

O perigo das novelas


Um amigo já falecido, psicólogo, disse-me certa vez que “as novelas fazem uma pregação sistemática de anti-valores”, uma anti-evangelização. Quase sempre exploram as paixões humanas, muito bem espelhadas nos chamados “pecados capitais”, e fazem delas objeto dos seus enredos, estimulando o pecado de maneira requintada.

Na maioria delas vemos a exacerbação do sexo; desvirtuando o seu sentido e o seu uso, em horário que as crianças e os jovens estão na sala. Aquilo que um casal casado tem direito de viver na sua intimidade, é colocado a público de maneira despudorada, ferindo os bons costumes e a Lei de Deus.

Mas tudo isso é apresentado de uma maneira “inteligente”, com uma “requintada técnica” de imagens, som, música, e um forte aparato de belas mulheres e rapazes que prendem a atenção do telespectador e os transformam em verdadeiros viciados. Em muitas famílias já não se faz nada na hora da novela, nem mesmo se dá atenção aos que chegam, aos filhos ou aos pais.

Assim, os valores cristãos vão sendo derrubados um a um: a humildade, o desprendimento, a pureza, a continência, a mansidão, a bondade, o perdão, etc., mas de maneira homeopática; aos poucos, lentamente, para não chocar, os valores morais vão sendo suprimidos. Faz-se apologia do sexo, aprova-se a prática homossexual, condenado pelo Catecismo da Igreja (n.2357). O adultério é muitas vezes incentivado de maneira sofisticada e disfarçada, buscando-se quase sempre “justificar” um triângulo amoroso ou uma traição. A cena é formada de modo a que o telespectador seja levado a até desejar que o adultério se consume por causa da “maldade” do cônjuge traído.

Os comportamentos que antes eram considerados absurdos, agora já não o são, porque as novelas tornaram o pecado palatável. A consequência disso é a imoralidade crescente na sociedade; a família é destruída; filhos abandonados pelos pais carregando uma carência que pode desembocar na tristeza, depressão, bebida e até coisas piores. Por tudo isso, o melhor que se pode fazer é substituir as novelas por outras atividades atraentes.


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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Pastoral da Criança realiza Brincadeira de Amigo Secreto no Distrito km 1000

Brincadeira de amigo secreto da pastoral da criança  foi realizado neste ultimo dia ( 15)  domingo dia de comemoração entre amigos na comunidade da vila Izol  distrito do km 1000.


Segundo a organizadora Madalena Dapont, foi convida aproximadamente 60 mulheres pra esta brincadeira.


Comida e bebida a vontade, cada mulher ficou responsável pelo tipos de pratos  e levar  bebidas.


A  pastoral da criança tem desenvolvido um lindo trabalho em toda região e principalmente no km 1000 também tem cumprido seu papel na parte social e saúde da criança .




Correspondente Curica www.diadiaprogresso.com.br

Ida de Mato Grosso até porto vai custar R$ 786 para caminhão

Uma tonelada de soja é comercializada no Brasil a cerca de R$ 1.100

Com a licitação da BR-163, o produtor de soja pagará R$ 26 por tonelada só de pedágio para transportar o produto de Sinop (MT), um dos principais municípios produtores de soja do país, a Paranaguá (PR), uma das principais saídas para a exportação.

O ministro dos Transportes, César Borges, apresentou ontem a estimativa de gastos de R$ 786 com pedágios em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná para um caminhão de seis eixos, que transporta 30 toneladas de soja.

O cálculo considera os descontos alcançados nas licitações e o valor dos pedágios cobrados hoje no Paraná. Pelas contas do governo, o produtor gastará R$ 147 com pedágio em Mato Grosso, R$ 255 em Mato Grosso do Sul e R$ 384 no Paraná.

Uma tonelada de soja é comercializada no Brasil a cerca de R$ 1.100.

Nos EUA, as despesas com o transporte da soja em uma extensão semelhante, de aproximadamente 2.000 quilômetros, são de R$ 35 a R$ 70 por tonelada, diz Carlos Fávaro, presidente da Aprosoja (que reúne produtores de soja de Mato Grosso).

Ele comemora, porém, os benefícios da concessão da BR-163 ao setor privado, como a melhora na qualidade da estrada e maior segurança no transporte.

Apesar do início da cobrança de pedágio na rodovia, ele não prevê alta no custo do frete. "O pagamento do pedágio vai compensar gastos com combustíveis e manutenção."


Editoria de Arte/Folhapress

Justiça condena à prisão deputada Josefina e ex-prefeito Jardel

Josefina do Carmo e Jardel Vasconcelos vão cumprir pena com prestação de serviços à comunidade.

Josefina do Carmo e Jardel Vasconcelos.

A deputada estadual Josefina do Carmo (PMDB) e seu esposo Jardel Vasconcelos, ex-prefeito do Município de Monte Alegre, Oeste do Pará, foram condenados na manhã de terça-feira, 17, por dois votos a um, pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a pena de um ano de reclusão, substituída por prestação de serviços à comunidade, com base no artigo 299 do Código Eleitoral, que determina reclusão até quatro anos a quem dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber dinheiro, dádiva ou qualquer outra vantagem, com o objetivo de obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita.

A decisão do TRE atingiu também um líder de uma comunidade de Monte Alegre, Vicente Pantoja Rodrigues. Na ação penal, ajuizada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), aparecem outros três denunciados: Leandro Andrade Diniz, Luiz Augusto Lemos Barreto Moreira e Anselmo Raimundo Corrêa Picanço, mas a denúncia contra eles foi julgada improcedente por falta de provas.

Os três condenados são acusados de prometer benefícios a eleitores de uma comunidade em troca de votos a favor de Jardel, nas eleições de 2008. “Existe uma série de testemunhas que trazem relatos sobre a efetiva ou tentativa de compra de votos”, disse o procurador Eleitoral, Alan Mansur.

Ele citou alguns depoimentos prestados: “São diversas testemunhas que demonstraram que, de fato, existiu essa atuação do então candidato Jardel, da deputada estadual Josefina e do e do intermediário Vicente Pantoja”, revelou.

 Entre as irregularidades apontadas encontra-se o fato de Josefina ter prometido levar água encanada a uma rua da cidade em troca de apoio ao marido. Os denunciados também teriam prometido ou doado materiais como tubos para distribuição de água a uma comunidade, além de cimento e fios elétricos para a reforma de uma igreja.


Fonte: RG 15/O Impacto e ORM

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Eraldo Pimenta com Consórcio Dos Municipios Do Tapajós.

A velocidade que está acontecendo as coisas no nosso Pará:
O leilão da barragem de Sao Manoel já foi concluído ...
Vejam matéria relacionada ao leilão da hidrelétrica de Sao Manoel:

(Detalhe será construída a casa de força da ahi na margem direita de Teles Pires , em Jacareacanga):

EDP e Furnas vencem leilão da hidrelétrica de São Manoel
Usina no Rio Teles Pires, entre MT e PA, vai gerar 700 MW a partir de 2018. Grupo faz oferta 22% menor do que governo fixou para preço da energia.


O consórcio Terra Nova, formado pelas empresas EDP e Furnas, venceu nesta sexta-feira (13) o leilão para construção e operação da hidrelétrica de São Manoel, no Rio Teles Pires, entre o Pará e Mato Grosso . O grupo propôs vender a energia da usina a R$ 83,49 o megawatt-hora (MWh), deságio de 22% em relação ao teto para preço fixado pelo governo (R$ 107 o MWh).


A concessão de São Manoel aconteceu dentro do leilão A-5 (A menos cinco), realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), e que serve para contratar energia nova para garantir atendimento à demanda dos consumidores no futuro. No caso desse leilão, a energia tem de começar a ser entregue em 2018. A hidrelétrica será capaz de gerar 700 MW.


Uma decisão da Justiça Federal quase impediu a participação de São Manoel no leilão. A região onde está prevista a construção da usina contém terras demarcadas de três etnias indígenas.

O Ministério Público Federal pediu que a Justiça considerasse nula a Licença Prévia concedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para a obra, sob alegação de que não foi realizado um Estudo do Componente Indígena na íntegra e reconhecido pela Fundação Nacional do Índio (Funai), para medir os efeitos ambientais da construção da usina sobre as populações Kayabi, Munduruku e Apiaká nas proximidades.


AJustiça concedeu uma liminar, barrando o leilão, na última terça (10), mas a Advocacia-Geral da União (AGU) derrubou a decisão provisória na tarde de quinta-feira (12).


Mais próximos do futuro empreendimento estão os Kayabi, cujas terras estão a um quilômetro de distância, mas nos arredores e na área de abrangência do Rio Teles Pires também se localizam aldeias dos Munduruku e dos Apiaká. Espalhadas entre Mato Grosso, Pará e Amazonas, as populações das três etnias juntas não chegam a 15 mil pessoas – segundo a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai).

Outras usinas

Além de São Manoel, outros 118 empreendimentos foram contratados, entre pequenas hidrelétricas, termelétricas movidas a biomassa e eólicas. As usinas eólicas foram a maioria: 97.
Somados, os 119 projetos contratados vão ser capazes de gerar 3.507,3 MW. Essa energia foi contratada a um preço médio de R$ 109,93 por MWh, valor 8,67% abaixo do teto fixado pelo governo.



13/12/2013 18h50 - Atualizado em 13/12/2013 20h17

Por Fábio Amato


Do G1, em Brasília

LEIAM E MEDITEM:

Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:

- Qual é o seu nome?
- Chamo-me Nelson, Senhor.
- Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.

Nelson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.

Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - vamos começar .

- Para que servem as leis? Perguntou o professor - Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta:

- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso, para que haja justiça.

E agora, para que serve a justiça?

Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.
Porém, seguíamos respondendo:

- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor.
- Para diferençar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal, porém respondam a esta pergunta:

"Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?"

Todos ficaram calados, ninguém respondia.

- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não! - responderam todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!
- E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais!

Vá buscar o Nelson - Disse. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.

Aprenda: Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.


Fonte: Facebook.com