quinta-feira, 15 de julho de 2010

Fidelidade Partidária x Perda do mandato

Vai se transformar em Lei Complementar o que a Justiça Eleitoral já se manifestara sobre a fidelidade partidária. Assim, o "troca-troca" de Partidos, por parte de políticos, vai exigir três anos de filiação no mesmo Partido para que o filiado possa se candidatar a cargo eletivo. Também incorrerá na perda do mandado quem deixar a legenda pela qual foi eleito, salvo os casos de: incorporação ou fusão de Partido; criação de um novo Partido e o desvio reiterado do programa partidário ou grave discriminação pessoal que torne impossível a convivência. O projeto já passou na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
José Olivar

Por: O Estado do Tapajos On Line

A Arca de Noé

Você lembra se teve licença anbietal para contruir a Arca de Noé? Pelo que me consta, também não teve o devido licenciamento ambiental a construção da Arca de Noé. Ele usou toda aquela madeira sem autorização do Ibama.









Pior. Deus fez o mundo sem qualquer consulta publica, muito menos com a licença ambiental. E o mais grave: fez tudo em sete dias, o que demonstra que tudo foi feito de forma rápida para não chamar a atenção dos ambientalistas e do Ministério Público Federal.














Abs,

Por: Paulo Leandro Leal
Fonte: www.ecoamazonia.com.br/blog/

Tribunal Regional Eleitoral chega a 45 impugnações

A guerra das impugnações entre as coligações começou com carga total

compartilhe
Dezoito delas foram propostas pelo MPF Pará - O TRE-PA (Tribunal Regional Eleitoral do Pará) recebeu 45 ações de impugnações de registros de candidaturas do dia 9 até ontem. Dezoito delas foram propostas pelo Ministério Público Federal, que enquadrou 16 candidatos com base na Lei Complementar 135/2010, conhecida como Lei do Ficha Limpa, e duas por falta de cumprimento de obrigações relacionadas à filiação partidária. Mas a guerra das impugnações entre as coligações começou com carga total.

A coligação Juntos com o Povo protocolou ontem duas ações com pedido de impugnação contra a candidata à reeleição ao governo do Estado, Ana Júlia Carepa (PT), da coligação Frente Popular Acelera Pará (PT, PR, PSB, Pc do B, PP, PDT, PTB, PSC, PRB, PHS, PTC, PT do B, PRP, PTN e PRTB), argumentando a não quitação eleitoral da candidata do pleito disputado por ela em 2004. Ana Júlia ainda não teria tido as contas dessa campanha aprovada.

O PMDB também entrou com ação pedindo o indeferimento do registro de candidatura do deputado federal Paulo Rocha (PT), que concorre ao Senado, da governadora Ana Júlia Carepa, da coligação Acelera Pará, incluindo todos os 14 partidos que integram a aliança, e até mesmo da candidatura avulsa ao Senado Federal da vereadora Rosineide Souza, de Conceição do Araguaia, pelo PSB.

Já a coligação Frente Popular Acelera Pará deu entrada em ação de impugnação contra o candidato a vice-governador da coligação Juntos com o Povo (PSDB, PPS, PMN, PRP, PSDC e PRTB), Helenilson Pontes, por ausência de quitação eleitoral. Alvo de multas em 2006, o candidato não teria recolhido o valor devido à Justiça Eleitoral.

Mas o alvo preferencial das impugnações parece ter sido o ex-prefeito de Breves Luiz Rebelo. Nada menos do que seis ações foram impetradas na Justiça Eleitoral para barrar o candidato marajoara de concorrer em outubro próximo. Ele foi impugnado por Carla Cristina Freitas dos Santos, Cleber Santos Rodrigues, pelo PMDB, pelo próprio Ministério Público Federal, por Raimundo Abdon da Silva e ainda por Flávio Pinheiro, que chegou a apresentar ao TRE-PA uma notícia de inelegibilidade.


ORM

quarta-feira, 14 de julho de 2010

10 Orientações da CNBB para VOTAR BEM.

Uma nota intitulada “Votar Bem” com dez orientações sobre a participação dos fiéis nas próximas eleições foi divulgada nesta quinta-feira, 1, pelos 50 bispos do Regional Sul 1 da CNBB (estado de São Paulo), que participaram da 73ª Assembleia dos Bispos do Regional, que começou na terça-feira, 29, em Aparecida (SP). Na mensagem, os bispos exortam os católicos a votarem com consciência e alertam a população contra a corrupção eleitoral.

“Fique atento à prática da corrupção eleitoral, ao abuso do poder econômico, à compra de votos e ao uso indevido da máquina administrativa na campanha eleitoral”, diz a nota.

“Voto consciente não é troca de favores, mas uma escolha livre. Procure conhecer os candidatos, sua história pessoal, suas ideias e as propostas defendidas por eles e os partidos aos quais estão filiados. Vote em candidatos que representem e defendam, depois de eleitos, as convicções que você também defende”, acrescentam os bispos. 10 Orientações da CNBB para VOTAR BEM:

Os Bispos Católicos do Regional Sul 1, da CNBB (Estado de São Paulo), no cumprimento de sua missão pastoral, oferecem as seguintes orientações aos seus fiéis para a participação consciente e responsável no processo político-eleitoral deste ano:

1. O poder político emana do povo. Votar é um exercício importante de cidadania; por isso, não deixe de participar das eleições e de exercer bem este poder. Lembre-se de que seu voto contribui para definir a vida política do País e do nosso Estado.

2. O exercício do poder é um serviço ao povo. Verifique se os candidatos estão comprometidos com as grandes questões que requerem ações decididas dos governantes e legisladores: a superação da pobreza, a promoção de uma economia voltada para a criação de postos de trabalho e melhor distribuição da renda, educação de qualidade para todos, saúde, moradia, saneamento básico, respeito à vida e defesa do meio ambiente.

3. Governar é promover o bem comum. Veja se os candidatos e seus partidos estão comprometidos com a justiça e a solidariedade social, a segurança pública, a superação da violência, a justiça no campo, a dignidade da pessoa, os direitos humanos, a cultura da paz e o respeito pleno pela vida humana desde a concepção até à morte natural. São valores fundamentais irrenunciáveis para o convívio social. Isso também supõe o reconhecimento à legítima posse de bens e à dimensão social da propriedade.

4. O bom governante governa para todos. Observe se os candidatos representam apenas o interesse de um grupo específico ou se pretendem promover políticas que beneficiem a sociedade como um todo, levando em conta, especialmente, as camadas sociais mais frágeis e necessitadas da atenção do Poder público.

5. O homem público deve ter idoneidade moral. Dê seu voto apenas a candidatos com “ficha limpa”, dignos de confiança, capazes de governar com prudência e equidade e de fazer leis boas e justas para o convívio social.

6. Voto não é mercadoria. Fique atento à prática da corrupção eleitoral, ao abuso do poder econômico, à compra de votos e ao uso indevido da máquina administrativa na campanha eleitoral. Fatos como esses devem ser denunciados imediatamente, com testemunhas, às autoridades competentes. Questione também se os candidatos estão dispostos a administrar ou legislar de forma transparente, aceitando mecanismos de controle por parte da sociedade. Candidatos com um histórico de corrupção ou má gestão dos recursos públicos não devem receber nosso apoio nas eleições.

7. Voto consciente não é troca de favores, mas uma escolha livre. Procure conhecer os candidatos, sua história pessoal, suas ideias e as propostas defendidas por eles e os partidos aos quais estão filiados. Vote em candidatos que representem e defendam, depois de eleitos, as convicções que você também defende.

8. A religião pertence à identidade de um povo. Vote em candidatos que respeitem a liberdade de consciência, as convicções religiosas dos cidadãos, seus símbolos religiosos e a livre manifestação de sua fé.

9. A Família é um patrimônio da humanidade e um bem insubstituível para a pessoa. Ajude a promover, com seu voto, a proteção da família contra todas as ameaças à sua missão e identidade natural. A sociedade que descuida da família, destrói as próprias bases.

10. Votar é importante, mas ainda não é tudo. Acompanhe, depois das eleições, as ações e decisões políticas e administrativas dos governantes e parlamentares, para cobrar deles a coerência para com as promessas de campanha e apoiar as decisões acertadas.


Fonte: CNBB/arquidiocesedecampogrande.org.br

MPF pede impugnação de mais três candidaturas

maioria dos casos é por descumprimento da Lei da Ficha Limpa

O Ministério Público Federal (MPF) no Pará encaminhou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) nesta terça-feira, 13 de julho, mais três ações contra pedidos de candidaturas para as eleições 2010 no Estado, totalizando 18 ações de impugnação de registros de candidatos. Desse total, 16 ações foram baseadas na Lei complementar 135/2010, a chamada Lei da Ficha Limpa. As outras duas foram por falta de cumprimento de obrigações relacionadas à filiação partidária.

As ações ajuizadas nesta terça-feira foram contra os pedidos de candidaturas para deputado estadual feitos por Mário Osvaldo Corrêa, Márlio Sued Lopes Teles e Roselito Soares da Silva. O TRE tem até 5 de agosto para julgar todos os pedidos de registro, inclusive os impugnados, e publicar as decisões.

(Diário Online, com informações do MPF)

Vote Bem.

Passos importantes para um voto consciente:

1. Procure um candidato que possua os valores e as virtudes que você deseja para a sua família.


2. Não aceite argumentos como rouba mas faz, rouba mas ajuda os pobres, política é assim mesmo, todo mundo faz igual.

3. Cuidados com os candidatos que têm soluções para tudo. Será que suas promessas são viáveis?

4. Procure candidatos com programa de trabalho em favor da comunidade.

5. Procure um candidato conhecido por seu trabalho pela coletividade.

6. Cuidado com as campanhas milionárias. Quem paga por elas, espera retorno.

7. Evite os nomes de candidatos envolvidos em escândalos de corrupção.

8. Procure candidatos dispostos a prestar contas de seus atos, durante todo o seu mandato.

9. Evite o candidato que só aparece em época de eleição.

10. Não vote em troca de favor. O seu voto vai custar caro.


Fonte: OAB-PR


Senadora ajuiza ação contra a campanha carne legal do MPF

A senadora Kátia Abreu ajuizou, hoje, na Justiça Federal de Brasília, ação popular contra quatro membros do Ministério Público Federal, responsáveis pela campanha institucional Carne Legal. Com base nas irregularidades identificadas na campanha, a senadora requer, na petição inicial, que Eugênio José Guilherme de Aragão, Daniel César Azeredo Avelino, Alan Rogério Mansur Silva e Carlos Frederico Santos sejam condenados a ressarcir aos cofres públicos os recursos empregados na produção da campanha, cujos cálculos preliminares somam aproximadamente R$ 400 mil.

O material publicitário produzido pelo MPF associa a cadeia produtiva da carne ao desmatamento ilegal na Amazônia, à sonegação fiscal e ao trabalho escravo, instruindo a população a somente consumir carne de origem certificada. A campanha, entretanto, é baseada em dados não-oficiais, não comprováveis, além de se basear em premissa falsa, uma vez que não existe sistema de rastreamento do rebanho bovino brasileiro ou de certificação da carne produzida no Brasil.

Na ação, a senadora afirma que, ao contrário do que erroneamente é veiculado pelo MPF, é impossível para a população certificar-se da origem da carne que consome. Assim, a campanha Carne Legal foge dos parâmetros fixados no § 1º, do art. 37, da Constituição Federal, para a chamada propaganda institucional, o que configura a irregularidade. Além de apresentar desvio de finalidade, uma vez que não satisfaz o interesse público, a campanha foi autorizada por órgão incompetente para tanto, a 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF.

Outro aspecto que evidencia a ilegalidade da campanha é o fato de que suas peças publicitárias foram feitas por entidade que mantinha contrato com o MPF para a produção de programas jornalísticos, a serem veiculados na TV Justiça, e não para a confecção de propaganda institucional. Conforme o texto da petição, segundo informações do site Contas Abertas, a campanha Carne Legal foi produzida com base no desvirtuamento do objeto de um contrato administrativo, em burla à Lei de Licitações.


Fonte: Redacão Ecoamazônia

terça-feira, 13 de julho de 2010

Tempestades derrubam meio bilhão de árvores.

Em três dias de janeiro de 2005, meio bilhão de árvores podem ter sido mortas por tempestades enfileiradas que varreram a Amazônia de sudoeste a nordeste. A área do estrago, estimada em 9.000 km2, equivale a quase uma Jamaica. É mais do que tudo o que se desmatou na Amazônia em 2009.

Para os pesquisadores responsáveis por descrever o fenômeno, o desastre pode ser uma amostra incômoda do que o aquecimento global trará para a floresta. Numa Terra mais quente, eventos do tipo podem ficar mais comuns. Isso poderia causar, por sua vez, um círculo vicioso: mais calor mataria mais árvores, o que liberaria mais carbono no ar, aumentando o calor.

O estudo descrevendo a megaderrubada será publicado na revista científica “Geophysical Research Letters’’ e tem coautoria de cientistas do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e da Unesp. “Creio que se trate de um fenômeno meteorológico relativamente comum. O que ocorre é que ele ainda não havia sido reportado’’, disse à Folha de S. Paulo o meteorologista Carlos Raupp, da Unesp.

Raupp explica que os pesquisadores detectaram uma grande linha de instabilidade -aglomerados de tempestades que se alinham por até 1.000 km de extensão. Entre 16 e 18 de janeiro de 2005, um monstro desses saiu da Bolívia e partiu rumo à ilha de Marajó. No caminho, ventos de até 145 km/h mataram gente em Manaus, Manacapuru e Santarém.

FECHANDO AS CONTAS

Tempos depois, a equipe usou dados de satélite e observações de campo para comprovar o estrago deixado pelo vento na região de Manaus. Estimam que, só ali, a linha de instabilidade causou a morte de umas 500 mil árvores -o que ajudou o grupo a fechar as contas da destruição da mata em 2005.

Isso porque, embora a grande mortalidade de árvores na Amazônia nesse ano tenha sido atribuída à seca severa que também assolou a região, “a área de Manaus não chegou a ser afetada’’, lembra Raupp. A explicação mais plausível, pelo tipo de dano à vegetação, é que a tempestade seja a culpada. Embora o número de meio bilhão de árvores seja uma extrapolação, já que os cientistas não possuem dados para a Amazônia inteira, Raupp diz que ele faz sentido diante do trajeto da tormenta.

“Em geral, um clima mais quente pode trazer mais tempestades severas, porque a atmosfera consegue reter mais vapor d’água’’, diz Raupp. Supertormentas como a 2005, portanto, poderiam causar estragos piores na Amazônia do futuro.

(Folhapress)

"Acelera Pará" quer impugnar candidatos do PSDB/DEM

A coligação “Acelera Pará”, encabeçada pelo PT vai pedir, daqui a pouco, a impugnação dos candidatos do PSDB /DEM à Assembleia Legislativa. A coligação de Simão Jatene não teria observado o número mínimo de 30% de mulheres candidatas.
No último sábado, a "Acelera Pará" pediu a impugnação dos candidatos a deputado federal pelo menos motivo.
O PSDB/DEM promete regularizar a situação

Por: RS 0 comentários


PT convoca eleitores para "onda vermelha"

O PT escolheu este 13 de julho para lançar com pompa e circunstância a campanha de Ana Júlia Carepa à reeleição.

A festa começa às 3 da tarde com uma caminhada pelo bairro de São Brás.
À noite, será inaugurado o Comitê Central da campanha, na avenida Gentil Bittencourt.
O marketing batizou a programação de hoje de "onda vermelha".
No twitter, Ana Júlia convoca os eleitores a se vestirem e usarem bandeiras nas cores do PT.

Por: RS 0 comentários


MPF vai a Justiça contra mais cinco candidaturas

Já são 15 as ações de impugnação

As ações divulgados hoje pelo MPF são contra pedidos de candidaturas de políticos que foram condenados pela Justiça por abuso de poder econômico ou captação ilícita de recursos ou porque tiveram seus direitos políticos cassados ou contas rejeitadas.

O único caso não motivado pela Lei da Ficha Limpa é o de Sebastião Ferreira Neto, que filiou-se simultaneamente a dois partidos e por isso teve as filiações anuladas.

O prazo para impetrar impugnações termina hoje, às 19 horas e o MPF tem feito serão porque são cerca de 800 pedidos de registro de candidaturas para serem analisadas.

Confira os pedidos e os respectivos motivos:

Luiz Furtado Rebelo: pedido de candidatura a deputado estadual pela coligação Acelera Pará (PP / PT / PTB / PTN / PSC / PR / PHS / PCdoB) foi condenado por abuso de poder econômico, com decisão transitada em julgado (decisão contra a qual não se pode mais recorrer).
Íntegra da ação em http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/Acao_impugnacao_Luiz_Furtado_Rebelo.PDF



Nadir da Silva Neves: pedido de candidatura a deputado estadual pelo PTB - foi condenado à suspensão de seus direitos políticos, em decisão colegiada (aplicada por um grupo de juízes). Íntegra da ação em http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/Acao_impugnacao_Nadir_da_Silva_Neves.PDF



Nelito Corrêa Lopes: pedido de candidatura a deputado estadual pela coligação Por Um Pará Mais Unido (PTN / PSC / PTC / PT do B) Tribunal de Contas do Estado (TCE) rejeitou contas de Lopes relativas ao período em que ele foi presidente da Associação Central dos Agricultores de Água Azul do Norte.
Íntegra da ação em http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/Acao_impugnacao_Nelito_Correa_Lopes.PDF



Raimundo Pinheiro dos Santos: pedido de candidatura a deputado estadual pelo PDT - foi condenado por abuso de poder econômico e captação ilícita de recursos, com decisão transitada em julgado (decisão contra a qual não se pode mais recorrer).
Íntegra da decisão em http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/Acao_impugnacao_Raimundo_Pinheiro_dos_Santos.PDF



Sebastião Ferreira Neto: pedido de candidatura a deputado estadual pela coligação Acelera Pará (PP / PT / PTB / PTN / PSC / PR / PHS / PCdoB) Filiou-se a dois partidos ao mesmo tempo, o que levou a Justiça a anular as duas filiações.
Íntegra da ação em http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/Acao_impugnacao_Sebastiao_Ferreira_Neto.PDF


Fonte: www.blogdareporter.blogspot.com

Cartórios: CNJ declara vagos 5.561 cargos

Corregedor diz que postos agora terão de ser preenchidos por concurso

O corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Gilson Dipp, declarou ontem vago o comando de 5.561 cartórios, quase a metade dos 14.964 cartórios em atividade em todo o país.

Pela decisão do ministro, as vagas deverão ser preenchidas por concurso público.

Dipp também determinou que quem estiver à frente dos cartórios em caráter provisório não poderá receber acima do teto salarial do serviço público, hoje de R$ 24.117,62.

"Todo o resultado financeiro que ultrapassar esse valor deve ser recolhido aos cofres públicos", diz nota divulgada ontem pelo CNJ. O texto diz que, hoje, alguns chefes de cartório chegam a receber R$ 5 milhões por mês.

Dipp determinou a abertura das vagas depois de receber um relatório com a análise da situação de cada cartório do país.

O CNJ informa que o número de vagas, considerado expressivo, poderá aumentar. Isso porque o conselho ainda fará novas diligências em 1.105 cartórios, para apurar supostas irregularidades.

Na análise preliminar, o CNJ encontrou 153 cartórios fantasmas, que estariam funcionando sem autorização. As vagas podem aumentar a partir da análise da situação de 470 cartórios que recorreram à Justiça contra a ação do conselho.

A titularidade destes cartórios só não foi declarada vaga por causa das pendências judiciais. O CNJ descobriu irregularidades que, para o corregedor, justificam a troca de comando.

Fonte: O Globo
Por: O Estado do Tapajos On Line

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Babá de 30 anos morre ao ver material pornográfico.

Mulher faleceu

vítima de

arritimia

cardíaca.
Nichola Paginton Mundo - Nichola Paginton foi encontrada morta nua da cintura para baixo em sua cama na cidade de Cirencester (Inglaterra). A polícia achou perto do corpo um laptop ligado exibindo conteúdo pornográfico.

Além disso, foi achado um vibrador sobre a cama. Um legista afirmou que a babá de 30 anos morreu vítima de uma repentina arritmia cardíaca, provavelmente causada por seu elevado estado de excitação.

O investigador Alan Crickmore tem a mesma opinião. Para ele, a "atividade da mulher antes da morte" contribuiu para a arritmia fatal. A polícia foi acionada depois que a patroa de Nichola se preocupou com o fato de a babá não ter ido trabalhar e não ter atendido chamadas telefônicas. Sarah Griffiths foi até a casa de Nichola e, com ajuda de uma vizinha da empregada, encontrou a mulher sobre a cama.

"Não é sempre possível determinar a exata causa da morte, mas é provável que a atividade dela antes da morte tenha contribuído", afirmou Richard Jones, patologista da Universidade de Cardiff, ao "Daily Mail".


Page not Found - Oglobo

MPF pede a impugnação de dez candidaturas.

TRE deve julgar casos
até o dia 5 de agosto

O procurador regional eleitoral do Pará, Daniel César Azeredo Avelino, ingressou com pedido de impugnação das candidaturas ao Senado dos deputados federais Jader Barbalho (PMDB) e Paulo Rocha (PT) e de mais oito candidatos que disputam cadeiras na Assembleia Legislativa e Câmara Federal. A maioria dos citados no pedido teve as contas rejeitadas por colegiado de juízes, enquanto Jader e Rocha estariam inelegíveis, segundo Avelino, porque “renunciaram aos mandatos para escapar de processos de cassação”.

O ex-deputado Luiz Sefer, condenado a 21 anos por abuso sexual contra uma criança de 9 anos, também está na lista. Quem foi atingido pela lei complementar 135/2010, a chamada Lei da Ficha Limpa, de acordo com argumento do procurador, não pode participar da eleição de outubro.

Outras 750 candidaturas registradas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estão sendo analisadas por Azeredo Avelino que pode, nos próximos dias, ajuizar novos pedidos de impugnação. O presidente TRE, desembargador João Maroja, estabeleceu prazo até o dia 5 de agosto para julgar todos os casos.

Jader Barbalho disse que aguarda a notificação do Tribunal para apresentar sua defesa. “No mérito, a impugnação é improcedente e no aspecto legal é inconstitucional, porque fere cláusulas pétreas da Constituição”, comentou o deputado, acrescentando que a defesa deve arguir a “total improcedência” das alegações do Ministério Público Eleitoral. Para ele, uma lei nova não pode retroagir para abrigar “acusações passadas que foram arquivadas”. Jader se refere às acusações de improbidade quando foi governador do Pará, entre 1982 e 1986.

Um trecho da Lei da Ficha Limpa- “os que renunciarem ao mandato para escapar de cassação serão declarados inelegíveis a partir da vigência da lei”-, no entendimento do deputado, não atinge sua candidatura, até porque, sustenta, ele foi candidato em 2002 e 2006, depois ter renunciado ao mandato de senador, sem que contra ele fosse impetrado qualquer pedido de impugnação.

RENÚNCIA

No episódio em que renunciou ao mandato de senador, em 2002, ele diz que fez isso para “preservar” seus direitos políticos. “Eu era a bola da vez, depois que o senador Antonio Carlos Magalhães renunciou ao mandato pela fraude no painel do Senado”. Outro argumento usado por Jader para contestar o pedido de impugnação é de que ele não cometeu quebra de decoro parlamentar. “A acusação quando eu era governador do Pará não tinha nada a ver com atos ou palavras proferidas da tribuna do Senado, 16 anos depois”.

O deputado Paulo Rocha não foi localizado para falar sobre a decisão do procurador. O celular dele estava desligado. No PT paraense, a informação era de que Rocha estava em campanha pelo interior do Estado. O partido vai alegar que o deputado não tem nenhuma condenação e que a lei da Ficha Limpa é inconstitucional.

Uma fonte do PT disse que Rocha estava preparado para sofrer eventual pedido de impugnação e que seus advogados já sabem quais os argumentos jurídicos que serão apresentados à Justiça Eleitoral para garantir a candidatura dele.

As coligações “Acelera Pará”, “Juntos com o Povo” e “Cresce Pará”, além do PMDB e de outros partidos que individualmente tiveram candidatos sob pedidos de impugnação começam, nesta segunda-feira, a preparar a linha de defesa dos citados na ação do Ministério Público Eleitoral. O prazo para defesa é de sete dias.

OS PEDIDOS DE IMPUGNAÇÃO DO MPF E AS JUSTIFICATIVAS

DELVANI BALBINO DOS SANTOS

– Candidatura a deputado estadual pelo PMDB;

– O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) rejeitou contas de Santos relativas ao exercício de 2005, quanto era prefeito de Floresta do Araguaia.

EMERSON FERREIRA MONSEF

– Candidato a deputado federal pelo PMDB;

– TCM rejeitou contas de Monsef relativas ao exercício de 2000, quando ele era vereador em Redenção do Pará.

EVERALDO FRANÇA NUNES

– Candidato a deputado estadual pela coligação “Juntos com o Povo” (PPS, DEM, PSDC, PRTB, PMN, PRP, PSDB);

– Tribunal de Contas do Estado (TCE) rejeitou contas de Nunes relativas ao período em que ele foi presidente do Instituto de Desenvolvimento Educacional, Esportivo, Social e Cultural de Conceição do Araguaia.

GENIVALDO RIBEIRO ARAÚJO

– Candidato a deputado estadual (coligação “Juntos com o Povo”, PPS, DEM, PSDC, PRTB, PMN, PRP, PSDB);

– TCE rejeitou contas de Araújo relativas ao período em que ele foi presidente da Associação dos Mini Produtores Rurais do projeto do Assentamento Angelim.

JADER FONTENELLE BARBALHO

– Candidato a senador pelo PMDB;

– Depois que a presidência do Senado recebeu parecer favorável à abertura de processo por falta de decoro parlamentar contra o então senador Jader Barbalho, ele renunciou ao mandato em 5 de outubro de 2001, para evitar possível cassação.

LUIZ AFONSO DE PROENÇA SEFER

– Ex-deputado estadual, candidato a deputado estadual pela coligação “Acelera Pará” (PP, PT, PTB , PTN, PSC, PR, PHS, PC do B);

– Depois que a presidência da Assembleia Legislativa recebeu denúncia que lhe atribuía falta de decoro parlamentar, em 07 de abril de 2009 Sefer renunciou ao mandato para evitar cassação.

NEUTON PAULINO DE SOUZA

– Pedido de candidatura a deputado estadual pelo PRB;

– TCM rejeitou contas de Souza relativas ao exercício de 2001, quando ele era vereador em São Geraldo do Araguaia.

JOSÉ FERNANDES DE BARROS (ZÉ FERRAGISTA)

– Foi registrado como candidato a deputado federal pela coligação “Cresce Pará” (formada pelo PRB, PDT, PSB, PV, PC do B);

– TCE rejeitou contas de Barros relativas ao período em que ele foi presidente da Associação Comercial, Industrial e Agropastoril de São Félix do Xingu.

JOSÉ ROBERTO DA COSTA MARTINS

– Pedido de candidatura a deputado estadual pelo PC do B;

– TCM rejeitou contas de Martins relativas ao exercício de 2002, referente à sua atuação na Secretaria Municipal de Habitação de Belém.

PAULO ROBERTO GALVÃO DA ROCHA

– É candidato a senador pela coligação “Acelera Pará” (PP, PT, PTB, PTN, PSC, PR, PHS, PC do B);

– Depois que a Mesa da Câmara dos Deputados ofereceu representação contra o então deputado federal Paulo Rocha, ele renunciou ao mandato em 17 de outubro de 2005 para evitar possível cassação.

(Diário do Pará)

INSS prevê concurso público com cerca de 2 mil vagas

Oportunidades para cargos: técnico e analista.
compartilhe

A última seleção foi em 2008. Brasil - Está cada vez maior a expectativa de que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), realize novo concurso público em breve.

Segundo informações, o pedido de abertura da seleção já foi encaminhado ao Ministério do Planejamento.

Segundo a assessoria, foram solicitadas duas mil vagas para técnico e analista.

O cargo de técnico do Seguro Social exige dos interessados nível médio, enquanto a carreira de analista é voltada a profissionais com graduação superior completa.

Atualmente as remunerações iniciais correspondem a R$ 2.676,44 para técnico e a R$ 4.667,65 para analista. Nas duas carreiras, os servidores recebem ainda gratificação de desempenho. A última seleção foi em 2008, quando foram ofertadas duas mil vagas, das quais 1.400 eram para técnico e 600 para analista.

As ofertas para analista abrangiam as áreas de arquitetura, arquivologia, biblioteconomia, ciências da computação, ciências atuariais, comunicação social, direito, engenharia (várias especialidades), estatística, pedagogia, psicologia e terapia ocupacional.

Fonte: notapajos.com

domingo, 11 de julho de 2010

MPF pede impugnação de registros de Jader, Paulo Rocha , Sefer e mais sete candidatos.

Da Assessoria de Imprensa do Ministério Público Federal

Contas rejeitadas e renúncias para escapar de cassação motivaram pedidos de impugnação

O Ministério Público Federal (MPF) no Pará encaminhou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) neste sábado, 10 de julho, dez ações contra pedidos de registro de candidaturas para as eleições 2010.

As ações de impugnação são contra pedidos de candidaturas de políticos que tiveram contas rejeitadas nos tribunais ou que renunciaram a mandatos anteriores para evitar cassação.

As ações foram baseadas na lei complementar 135/2010, a chamada lei da ficha limpa. Até esta próxima terça-feira, 13 de julho, o MPF continua analisando cerca de 750 pedidos de candidaturas. Se novos casos de inelegibilidade forem encontrados, mais ações serão encaminhadas ao TRE.

Veja os pedidos de candidaturas contra os quais o MPF ajuizou ação e os motivos:

Delvani Balbino dos Santos: pedido de candidatura a deputado estadual pelo PMDB – Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) rejeitou contas de Santos relativas ao exercício de 2005, quanto ele era prefeito de Floresta do Araguaia
Veja a íntegra da ação em http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/Acao_impugnacao_Delvani_Balbino_dos_Santos.PDF)

Emerson Ferreira Monsef: pedido de candidatura a deputado federal pelo PMDB – TCM rejeitou contas de Monsef relativas ao exercício de 2000, quando ele era vereador em Redenção do Pará a íntegra da ação em http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/Acao_impugnacao_Emerson_Ferreira_Monsef.PDF

Everaldo França Nunes: pedido de candidatura a deputado estadual pela coligação Juntos com o Povo (PPS / DEM / PSDC / PRTB / PMN / PRP / PSDB) – Tribunal de Contas do Estado (TCE) rejeitou contas de Nunes relativas ao período em que ele foi presidente do Instituto de Desenvolvimento Educacional, Esportivo, Social e Cultural de Conceição do Araguaia
íntegra da ação em http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/Acao_impugnacao_Everaldo_Franca_Nunes.PDF

Genivaldo Ribeiro Araújo: pedido de candidatura a deputado estadual pela coligação Juntos com o Povo (PPS / DEM / PSDC / PRTB / PMN / PRP / PSDB) – TCE rejeitou contas de Araújo relativas ao período em que ele foi presidente da Associação dos Mini Produtores Rurais do projeto do Assentamento Angelim
íntegra da ação em http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/Acao_impugnacao_Genivaldo_Ribeiro_Araujo.PDF

Jader Fontenelle Barbalho: pedido de candidatura a senador pelo PMDB – Depois que presidência do Senado recebeu parecer favorável à abertura de processo por falta de decoro parlamenter contra o então senador Jader Barbalho, ele renunciou ao mandato em 5 de outubro de 2001, para evitar possível cassação
íntegra da ação em http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/Acao_impugnacao_Jader_Barbalho.PDF

Luiz Afonso de Proença Sefer: pedido de candidatura a deputado estadual pela coligação Acelera Pará (PP / PT / PTB / PTN / PSC / PR / PHS / PC do B) - Depois que a presidência da Assembléia Legislativa recebeu denúncia que atribuía falta de decoro parlamentar ao então deputado estadual, em 07 de abril de 2009 Sefer renunciou ao mandato para evitar possível cassação.
íntegra da ação em
http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/Acao_impugnacao_Luiz_Sefer.PDF

Neuton Paulino de Souza: pedido de candidatura a deputado estadual pelo PRB – TCM rejeitou contas de Souza relativas ao exercício de 2001, quando ele era vereador em São Geraldo do Araguaia
íntegra da ação em http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/Acao_impugnacao_Neuton_Paulino_de_Souza.PDF

José Fernandes de Barros (Zé Ferragista): pedido de candidatura a deputado federal pela coligação Cresce Pará (PRB / PDT / PSB / PV / PC do B) – TCE rejeitou contas de Barros relativas ao período em que ele foi presidente da Associação Comercial, Industrial e Agropastoril de São Félix do Xingu
íntegra da ação em http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/Acao_impugnacao_Jose_Fernandes_de_Barros.PDF

José Roberto da Costa Martins: pedido de candidatura a deputado estadual pelo PC do B – TCM rejeitou contas de Martins relativas ao exercício de 2002, referente à sua atuação na secretaria municipal de Habitação de Belém
íntegra da ação em http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/Acao_impugnacao_Jose_Roberto_da_Costa_Martins.PDF

Paulo Roberto Galvão da Rocha: pedido de candidatura a senador pela coligação Acelera Pará (PP / PT / PTB / PTN / PSC / PR / PHS / PC do B) – Depois que a Mesa da Câmara dos Deputados ofereceu representação contra o então deputado federal Paulo Rocha, ele renunciou ao mandato em 17 de outubro de 2005 para evitar possível cassação
íntegra da ação em
http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/Acao_impugnacao_Paulo_Rocha.PDF

Por: O Estado do Tapajos On Line

Lula quer retirar de Serra o discurso do Bolsa Família.

Ao retornar de seu périplo pela África, neste final de semana, Lula começa a detalhar o mergulho que dará na campanha de Dilma Rousseff.

Quer combinar a agenda de inaugurações de obras, que deseja intensificar, com a participação nos eventos eleitorais, fora do expediente.

Em conversa com o blog, na noite passada, um ministro disse que a intenção de Lula é a de “devolver ao processo eleitoral a lógica que o Serra tenta subverter”.

Como assim? No dizer do ministro, Serra age com o objetivo de firmar-se como um candidato “mais governista do que a própria Dilma”.

É essa pregação do presidenciável tucano, centrada na tese de que vai manter o que há de bom no governo, que Lula deseja “desmontar”.

Em privado, Lula revela especial irritação com as declarações de Serra sobre o programa Bolsa Família.

Soa decidido a grudar no PSDB e no DEM a pecha de legendas elitistas. E, em Serra, a qualificação de anti-Lula.

Repetirá algo que já disse à exaustão: a oposição sempre tratou o principal programa de distribuição de renda do governo como “bolsa esmola”.

O repórter conversou também com um dos operadores da campanha de Serra. Inquiriu-o sobre as intenções de Lula.

O tucanato parece antever embate. E se prepara para enfrentá-lo. Vai sustentar a velha tese de que o embrião da política social de Lula nasceu sob FHC.

A prova de que o Bolsa Família traz as digitais do PSDB, disse o integrante do QG de Serra, “está na lei que instituiu o programa” (número 10.836, de 2004).

A “prova” de que fala o aliado de Serra está no parágrafo único do artigo 1º da lei. Nesse trecho, são listados os programas unificados sob o Bolsa Família. São eles:

1. Bolsa Escola, criado em abril de 2001 (FHC).

2. Programa Nacional de Acesso à Alimentação, de junho de 2003 (Lula).

3. Bolsa Alimentação, de setembro de 2001 (FHC).

4. Auxílio-gás, de janeiro de 2002 (FHC).

5. Cadastramento único do governo federal, de julho de 2001 (FHC).

Diz o operador de Serra: “Note que, das cinco iniciativas mencionadas na lei do Bolsa Família, só uma surgiu no governo Lula.

O governo dá de ombros para essa formalidade. Diz-se o seguinte: a diferença entre Lula e FHC está no orçamento.

Na era tucana, a política social recebia “investimentos residuais”, disse o ministro de Lula. Na fase petista, “os investimentos foram maciços e crescentes”.

Como se vê, o debate deve esquentar. De um lado, a promessa de Serra de multiplicar por dois o Bolsa Família.

Do outro, Lula e Dilma esforçando-se para desqualificar o rival.


Do Blog do Josias

José Cruz/ABr

Postado por O Estado do Tapajos On Line