segunda-feira, 19 de julho de 2010

Presidente do PMDB recepciona comitiva do PSDB e libera voto para senador do PSDB

Neri Prazeres presidente do PMDB de Novo Progresso que sempre foi aliado dos PSDB's como o Ex-Deputado Nicias Ribeiro,Almir e Megalle não ficou de fora e como convidado se apresentou e disse: "vamos estar juntos no segundo turno, na eleição para governador do estado, o PMDB e o PSDB estarão juntos e quem não for com Jader pode votar no FLEXA". O segundo voto dos eleitores do PMDB para senador, seráo para o candidato a reeleição Flexa Ribeiro" afirmou Neri.

Por: Adecio Piran

Fim de carreira para Vic e Valéria?

Na eleição de 1986 o ex-governador Alacid Nunes anoiteceu com mais um mandato de deputado federal e amanheceu desbancado pelo novato Vic Pires Franco. Esta surpreendente mutação se transformou numa façanha para o jovem parlamentar e num opróbrio para a segunda maior liderança política criada pelo movimento militar de 1964 no Pará (e que se transformaria no antípoda da outra liderança, a do coronel Jarbas Passarinho, embora tenham chegado juntos e sob a mesma proteção à arena política).

Foi assim que Vic Pires Franco iniciou uma surpreendente e sempre ascendente carreira na política federal, suspensa ou encerrada neste mês por um lance que sugere que o feitiço se virou contra o feiticeiro. Acostumado a mudar de posição conforme as circunstâncias e conveniências, o presidente regional do DEM parece ter acreditado em sua força pessoal e na solidez eleitoral da sua esposa, a ex-vice-governadora Valéria Pires Franco, mais do que recomendava o bom senso, a sensatez e os fatos.

No seu blog, criado com evidentes propósitos políticos, atacou tudo e todos. Mas ao mesmo tempo em que mordia, assoprava. Ou primeiro mordia e depois, se necessário, assoprava. Como se os atingidos tivessem a obrigação de esquecer as críticas, muitas delas contundentes, curar as feridas, apagar a memória e dar-se por satisfeitos de receber o casal. O marido, com um baú de votos, voltaria com tranqüilidade à Câmara Federal e a esposa, como a segunda preferida para o Senado em prévias, incluindo pesquisa do Ibope, se consagraria logo atrás de Jader Barbalho. Vic podia fazer o que quisesse: seu lugar e o de Valéria estariam assegurados, por conta dos seus trunfos, tão apregoados no blog.

A surpresa desagradável começou a se caracterizar quando ele peregrinou por todos os partidos e em nenhum deles encontrou posições cativas. Nenhum lhe bateu com a porta na cara. Ele pôde entrar, conversar, negociar e voltar pelo caminho da chegada de mãos abanando. As alternativas PT e PMDB eram, obviamente, ilusórias. Não passavam de armadilhas, refeitas a partir dos destroços da armadilha montada pelo líder do DEM. O que restava era o PSDB. Mas o candidato ao governo puxou o tapete do casal.

Só os tucanos de arribação desconhecem que o senador Flexa Ribeiro, candidato natural à reeleição, não é nome do peito de Simão Jatene. O que lhe custaria assegurar a segunda vaga para Valéria, aliada histórica? Talvez a aliança no 2º turno com Jader Barbalho, hipótese que pode ser considerada mais provável do que a recomposição do PMDB com o PT. Jader bloqueou os Pires Franco esperando que Jatene fizesse o mesmo, o que não aconteceu por acaso. Desta vez, ninguém foi no blefe: todos pagaram para ver as cartas.

O casal desistiu de disputar a eleição de outubro. Ficará durante dois anos ao relento. Voltará? Vic parece certo que sim, confiando na sua inegável capacidade de articulação e aplicação obsessiva aos seus objetivos e interesses. Mas vai precisar contar com a aceitação dos russos, sejam eles da política como da mídia. E aí é que está o problema. Com suas notas faiscantes no blog e os trunfos de uma pesquisa eleitoral recebida com descrédito, em função dos antecedentes desse tipo de encomenda na eleição para a prefeitura de Belém, os dois podem ter perdido a credibilidade. Quem ainda estará disposto a apostar – e votar – neles no futuro?

Poucos políticos foram tão mutantes quanto Victor Pires Franco Neto. Basta um exemplo para revelar o tamanho das suas mudanças. Numa entrevista de duas páginas dada ao Jornal Popular em 1998, ele apresentou a seguinte explicação para a ação popular que ajuizara poucos meses antes contra o convênio entre a Funtelta e a TV Libera,:

“Houve um convênio entre a TV Liberal e o Governo do Estado [na administração Almir Gabriel, então muito criticada por Vic], sem licitação, apesar de tirar dos cofres públicos R$ 12 milhões, ao longo de quatro anos [viriam a ser R$ 37 milhões ao final de 10 anos]. Isso é inadmissível e para mim é o suficiente. Agora, o mais importante – e, na minha opinião, o mais indecente desse contrato – é que a Funtelpa, que é uma emissora do Estado, vai alugar as suas repetidoras no interior e o normal seria que o grupo de comunicação pagasse por isso – e, no entanto, quem vai pagar é a Funtelpa. Isso é a mesma coisa que você alugar a sua casa e ainda pagar para a pessoa morar lá”.

Quando o repórter lhe pergunta pela real finalidade desse convênio, Vic responde: “A finalidade é eleitoral, está na cara. Para disfarçar essa dinheirama toda, se colocam as inserções a que o governo do Estado terá direito. E por que é que não se consultou, por exemplo, a RBA ou a TV Boas Novas? A RBA já está apresentando uma proposta, com valores infinitamente menores – e vou pedir o seu aditamento à ação popular. Sei que vou pagar um preço caro por isso – já estou pagando. Mas nunca tive medo de ninguém e só tenho satisfações a dar ao povo que me elegeu, às minhas duas filhas e à minha mulher”.

Sem dar satisfação a ninguém e sem explicar a razão da sua nova atitude, pouco tempo depois Vic Pires Franco retirou seu nome da ação popular, que só não foi arquivada porque outra pessoa, o sociólogo Domingos Conceição, se apresentou para substituí-lo. Vic tinha conseguido recompor sua amizade com Romulo Maiorana Júnior, o principal executivo do grupo Liberal. A ação deixou de atender seus interesses.

Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal

Por: O Estado do Tapajos On Line

Datafolha/O Povo: Cid tem 47%, Lúcio 26% e Cals 7%

O instituto de pesquisa Datafolha divulgou nesta segunda-feira (19) levantamento encomendado pelo Jornal O Povo, sobre a intenção de voto do eleitorado cearense na disputa pelo governo do Estado.
ESTIMULADA
Na pesquisa estimulada, o atual governador e candidato à reeleição, Cid Gomes (PSB), aparece com 47% , seguido de Lúcio Alcântara (PR) com 26%. Marcos Cals (PSDB) aparece depois com 7% das intenções de voto. Veja os números:
Cid Gomes (PSB) – 47%Lúcio Alcântara (PR) – 26%Marcos Cals (PSDB) – 7%Gonzaga (PCB) – 2%Soraia Tupinambá (Psol) – 1%
Brancos ou nulos – 4%Não sabem ou não opinaram – 13%
Os candidatos Marcelo Silva (PV) e Nati (PCB) foram mencionados, mas não atingiram 1% das intenções.
A margem de erro do levantamento é de 3 (três) pontos percentuais, para mais ou para menos. O Datafolha entrevistou 912 eleitores, de 40 municípios cearenses.

ESPONTÂNEA
A pesquisa espontânea (quando o eleitor consultado responde aos pesquisadores em quem vai votar, sem olhar a lista com o nome dos candidatos) revela que 63% dos entrevistados não sabem em quem vão votar. Outros 18% disseram o nome do atual governador, Cid Gomes (PSB). Já o candidato, e ex-governador, Lúcio Alcântara (PR), aparece com 8%. Marcos Cals (PSDB) vem na sequência com 3% das intenções de voto espontâneas.
Não sabe – 63%Cid Gomes (PSB) – 18%Lúcio Alcântara (PR) – 8%Marcos Cals (PSDB) – 3%Outros – 4%A margem de erro do levantamento é de 3 (três) pontos percentuais, para mais ou para menos.
REJEIÇÃO
A pesquisa Datafolha/O Povo perguntou aos eleitores entrevistados, em qual dos candidatos apresentados em lista “você não votaria de jeito nenhum no primeiro turno da eleição para governador do Ceará?”. Lúcio Alcântara lidera a rejeição com 24%, Cid Gomes vem logo atrás com 23% dos entrevistados afirmando que não votariam nele. O candidato com menor rejeição, segundo levantamento, é Marcos Cals, que aparece com 15%. Veja o resultado:
Lúcio Alcântara (PR) - 24%Cid Gomes (PSB) - 23%Gonzaga (PSTU) - 19%Soraya Tupinambá (Psol) – 17%Nati (PCB) – 17%Marcelo Silva (PV) – 15%Marcos Cals (PSDB) – 15%
Votaria em qualquer um/Não rejeita nenhum - 13%Rejeita todos/Não votaria em nenhum – 3%Não sabe - 16%
A margem de erro do levantamento é de 3 (três) pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa Datafolha foi encomendado pelo Jornal O Povo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dia 12 de julho de 2010, sob o número 19.264/2010. As 900 pessoas foram entrevistas entre os dias 14 e 15 de julho, em 40 municípios do Ceará.

Fonte: Portal Jangadeiro Online

domingo, 18 de julho de 2010

Seis cidades escolheram novos prefeitos hoje

Seis cidades brasileiras deverão ter novos prefeitos a partir de hoje (18). Eleições suplementares levaram cerca de 130 mil eleitores às urnas neste domingo nos municípios de Apiacá, no Espírito Santo; Araras, em São Paulo; Riachão do Dantas, em Sergipe; São Francisco do Maranhão, no Maranhão; Isaías Coelho e Nossa Senhora dos Remédios, no Piauí. Essas cidades tiveram seus prefeitos cassados pela Justiça Eleitoral.

Em Araras, de acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo, a nova eleição foi convocada depois da condenação do prefeito eleito em 2008, Pedro Eliseu Filho, e seu vice, Agnaldo Píspico, ambos do DEM, por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.

Os dois municípios do Piauí com eleições suplementares também tiveram os prefeitos cassados. Em Nossa Senhora dos Remédios, o ex-prefeito Ronaldo Lages foi detido hoje, acusado de perturbar a eleição. Em Isaías Coelho, a votação foi acompanhada por tropas federais, autorizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar conter a tensão entre as coligações que disputam a prefeitura.

Em São Francisco do Maranhão, os cerca de 8,5 mil eleitores tiveram que voltar às urnas pela segunda vez em uma eleição complementar. Em janeiro, o TRE do estado decidiu pela cassação do prefeito e vice-prefeito eleitos, Jônatas Alves de Almeida e Alberone dos Santos Silva. Houve nova eleição em fevereiro, mas o TSE anulou o pleito porque só participaram eleitores que haviam votado em 2008, contrariando a lei. Na eleição de hoje, todos os eleitores do município tiveram direito ao voto.


(Agência Brasil)

Em comício, Lula diz que tentam impedir sua campanha por Dilma

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Em seu primeiro comício ao lado de Dilma Rousseff, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva roubou a cena e ofuscou o discurso discreto da candidata do PT à Presidência da República.

Lula afirmou em seu discurso na Cinelândia, palco tradicional de manifestações no centro do Rio, que há uma premeditação no país para tentar impedi-lo de trabalhar pela campanha de Dilma.

"Vocês estão acompanhando a imprensa diariamente, vocês veem os jornais, televisão e escutam rádio... há uma premeditação para me tirarem da campanha política para não permitir que eu ajude a companheira Dilma", afirmou o presidente.

Sem citar o nome, Lula questionou a vice-procuradora-geral eleitoral Sandra Cureau, que ameaça entrar com uma ação de investigação contra ele pelo fato de o presidente ter citado Dilma nesta semana em dois eventos oficiais do governo.

"O que eles querem é me inibir para eu fingir que não conheço a companheira Dilma. É como se eu pudesse passar perto dela, e tem uma procuradora qualquer aí, e eu passar de costas viradas e fingir que não a conheço", disse.

"Eu não sou um homem de duas caras. Eu passo perto dela e digo pra vocês. É a minha companheira Dilma, que foi chefe da Casa Civil e que está preparada para presidir", afirmou Lula.

O presidente usou a maior parte do seu tempo para lembrar o público de suas conquistas nas áreas social, econômica e internacional, além de criticar oposicionistas.

"Não podemos permitir que esse país tenha algum retrocesso nos próximos anos", declarou Lula, que teve seu nome gritado diversas vezes durante o discurso de 22 minutos.

"Temos que acabar com a safadeza que a elite política brasileira construiu segregando o povo a condições desfavoráveis", acrescentou ele, que não parou o discurso quando houve uma briga na plateia entre oposicionistas liderados pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e correligionários do PT. Eles carregavam faixas com críticas à candidata petista.

No fim do pronunciamento, Lula aproveitou para pedir votos para sua ex-ministra da Casa Civil. "Estou indicando uma pessoa (à Presidência) que colocaria as duas mãos no fogo por ela. Colocaria minha alma por ela."

"Digo isso porque confio na competência, da honestidade, do compromisso e do sofrimento dela", disse Lula, que também pediu votos para o governador fluminense, Sérgio Cabral, candidato à reeleição pelo PMDB.

DISCURSO DISCRETO

Em um rápido pronunciamento, Dilma lembrou sua passagem pelo governo e, mais uma vez, procurou associar sua imagem à do presidente Lula.

"Tive a honra de participar do governo que transformou o Brasil... ele deu orgulho a todos os brasileiros", disse a candidata ao lembrar da trajetória pessoal e política do presidente.

"Tenho certeza que o presidente Lula começou com o Rio, eu vou continuar. Nós dois vamos honrar a confiança do presidente Lula", acrescentou.

Ao lado do vice, deputado Michel Temer (PMDB-SP), Dilma criticou indiretamente a escolha do deputado Indio da Costa (DEM-RJ) para ser vice na chapa do adversário José Serra, do PSDB.

"Ele não caiu do céu. Não é um vice improvisado. É competente e capaz", disse.

O palanque montado em frente à Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro também reuniu ministros de Estado, parlamentares, candidatos, presidentes de estatais, o governador Cabral e o prefeito do Rio, Eduardo Paes.

O comício, que durou cerca de 1h15, foi precedido por uma passeata que saiu da Candelária até a Cinelândia e, segundo a polícia militar, reuniu entre 10 e 15 mil pessoas, abaixo da expectativa de 50 mil feita anteriormente.

A chuva forte e o frio espantaram o público. Após o discurso do presidente Lula, muitos dispersaram antes de a candidata petista falar.

"Já vi o que tinha que ver aqui", disse à Reuters um militante do PT que estava na plateia e que logo após o discurso de Lula enrolou a bandeira do partido e decidiu voltar para casa, na zona norte da capital.

Segundo o comitê de campanha de Dilma, esse foi o primeiro de uma série de comícios ao lado de Lula previstos durante a corrida presidencial.


REUTERS
Por Rodrigo Viga Gaier
FONTE: MSN.COM

Doações pela internet desafiam campanhas eleitorais.

Coordenadores de campanha e representantes dos comitês financeiros dos principais candidatos à Presidência ainda tentam vencer entraves burocráticos e tecnológicos para implementar, pela primeira vez numa eleição no Brasil, o sistema de doação online. O PSDB desistiu, segundo integrantes da campanha, de colocar o sistema no ar devido às altas taxas de administração cobradas pelas operadoras de cartões de crédito, que alertam sobre estatísticas internacionais de inadimplência. PT e PV afirmam que a arrecadação pela internet vai vingar, mas ainda estudam como e quando iniciar o processo.


Todos os comitês financeiros devem ser registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até amanhã. Inicialmente o TSE havia feito uma exigência para que as operadoras dos cartões informassem à Justiça Eleitoral os dados do doador, como CPF. Por questões de sigilo bancário, isso não seria viável. Diante da polêmica, em outra resolução ficou decidido que caberá aos comitês financeiros informar ao TSE os dados dos doadores online.


O partido mais adiantado no processo é o PV, que se espelha no fenômeno da campanha de Barack Obama na internet. No site oficial da presidenciável Marina Silva já existe até um link para as doações, mas a campanha explica que o sistema ainda não entrou em vigor e pede o cadastramento do e-mail do interessado em doar.


Já o PT admite que ainda tem problemas para implantação do sistema, mas dirigentes do partido asseguram que a ideia não foi abandonada. Segundo a assessoria de imprensa da campanha de Dilma, o tesoureiro José di Filippi Júnior está trabalhando para concluir a implementação do sistema, mas não divulgará nenhum dado até o momento. Dirigentes da campanha informaram que a doação via web deve ser inaugurada nesta semana.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sábado, 17 de julho de 2010

Comunicado de perda: Bloco de notas fiscais perdido

A loja de vendas de tratores, máquinas e motosserras do distrito político administrativo de Moraes Almeida na Rodovia BR 163, TRATOR MAQUINAS & MOTOSSERAS LTDA teve um bloco de nota fiscal extraviado no percurso entre as cidades de Itaituba e Moraes Almeida

TRATOR MAQUINAS & MOTOSSERRAS LTDA
CNPJ: 06.124.086/0001-40
Rod. BR 163, KM 1185, Moraes Almeida Itaituba PA

Objeto perdido:
Bloco de notas fiscais serie “U” Prestação de Serviço de nº. 201 a 400
Extraviado em via publica, Boletim de Ocorrência nº 00277/2010084760-9 Del. Virtual 277, Policia Civil, Governo do Estado do PA.

O proprietário pede, por favor, a quem encontrou, encontrar ou tiver alguma informação entrar em contato com a loja.

Fonte: www.diadiaprogresso.com

É Zequinha Marinho na cabeça, é Zequinha no coração.

Agora é oficial: O homem de trabalho e de fé, deputado federal Zequinha Marinho, é candidato a deputado federal

Em Belém do Pará, no dia 29 de junho de 2010, o Diretório Regional do PSC (Partido Social Cristão) aprovou na convenção do partido a candidatura de Zequinha Marinho à reeleição para deputado federal. O seu número é 2020.

O parlamentar, que já foi deputado estadual por duas vezes, com votações expressivas e crescentes, vai disputar o seu terceiro mandato para uma vaga na Câmara Federal, sendo um dos 34 concorrentes na coligação Acelera Pará, composta pelo PT, PR, PSC, PP, PTB, PTC, PTdoB, PHS.

Zequinha Marinho começou sua trajetória política em Conceição do Araguaia, no início da década de 90. Na época ficou conhecido como Zequinha do BASA, por ser funcionário do Banco da Amazônia. Mais tarde, com a crescente popularidade, o parlamentar decidiu usar o seu sobrenome, e hoje é o Zequinha Marinho, homem de trabalho e de fé.

Zequinha Marinho, na eleição de 2006, foi um dos poucos que conseguiram ser votados em todos os municípios paraenses. O parlamentar tem-se destacado também por sua atuação na educação. Pedagogo formado pela UEPA, Zequinha tem levado ao Estado do Pará programas sociais que dignificam o jovem e trazem esperança de uma vida melhor. Recentemente, apresentou para diversas prefeituras do Estado o programa Projovem trabalhador, que vai preparar o jovem para o mercado de trabalho e lhe proporcionar um futuro seguro.

Sua atuação não para por aí. Zequinha está intermediando junto ao Ministério de Eduação a criação da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA). A futura universidade deverá funcionar no município de Marabá e reacender o sonho dos jovens estudantes paraenses.

O campo de atuação do deputado federal Zequinha Marinho é amplo e alcança toda a sociedade, dos idosos aos jovens, dos agricultores aos demais trabalhadores em suas diversas categorias. Seu prestígio é tão grande, que Zequinha foi convidado para ser candidato a vice-governador em uma das coligações, mas entendeu que ainda não era o momento ideal. Sua vida, biografia, seus projetos de leis e propostas estão expostos no site www.zequinhamarinho.com. Para Zequinha, servir o povo paraense é uma das missões que mais lhe dão prazer, como ele próprio costuma afirmar:

“O meu nome é trabalho e meu sobrenome é hora extra. Desde que fui eleito pelo povo paraense não parei um segundo para descansar. Apesar de às vezes ser exaustivo o meu trabalho, servir o meu povo é recompensador e me dá muito prazer. Decidi pela reeleição por entender que a estrada ainda é longa, e que o meu Pará merece muito mais do que tem recebido até hoje. Conto com o apoio dos meus estimados amigos paraenses”.

O deputado Zequinha Marinho é cristão, e sua fé é inabalável. Hoje, dia 6 de julho de 2010, começa uma grande jornada, que em outubro alegrará o coração de Deus.

Fale com o deputado federal Zequinha Marinho:

1- twitter.com/zequinhamarinho
2- www.zequinhamarinho.com

Assessoria de Comunicação

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Ação judicial pode desfazer coligação

A estratégia do PTB, PV e PSB de lançar candidaturas avulsas ao Senado Federal não apenas significou discordância interna como pode ajudar a implodir a coligação Frente Popular Acelera Pará, se a ação de impugnação proposta pelo PMDB vingar no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Tudo porque, além de pedir a impugnação do registro da coligação, o PMDB está requerendo também a dissolução da coligação e, a partir da anulação da figura jurídica que abrigava todos os partidos, os peemedebistas estão solicitando que a contagem do tempo a que a coligação teria direito no horário eleitoral gratuito seja refeita. Se a tese de nulidade da coligação Frente Popular Acelera Pará for aceita pela corte eleitoral, a candidata à reeleição ao governo do Estado, Ana Júlia Carepa (PT), vai perder pelo menos cinco minutos do programa de televisão.

Na matemática do advogado Sábato Rossetti, a governadora ficaria apenas com pouco mais de três minutos, tempo que caberia ao PT. O advogado informou que a tese desta ação sustenta que a coligação apresenta vício insanável porque três dos 14 partidos que formam a aliança lançaram candidaturas individuais ao Senado Federal, quando a ata da coligação Acelera Pará deliberou apenas um candidato, o deputado federal Paulo Rocha (PT), com a segunda vaga em aberto.

Outro erro apontado pelo advogado é que a ata da coligação está com data de 5 de julho e não 30 de junho, prazo fatal para a realização das convenções partidárias. A data de 5 de julho foi o prazo-limite estabelecido para o registro coletivo das candidaturas. Sábato Rossetti também explicou que o artigo 6 da Lei 9.504, que rege as eleições, diz que quando o partido coliga, uma legenda só poderá atuar isoladamente se for para questionar a própria convenção e não para lançamento de candidaturas individualizadas. (O Liberal)

Por: Jota Parente

PT torce para que Garotinho falte a 1º comício do Rio Vão ao palanque, na noite desta sexta, Lula, Dilma e Temer.

Valter Campanato/ABr

O comando da campanha de Dilma Rousseff franqueou aos aliados o acesso ao palanque da noite desta sexta (16), na Cinelândia, centro do Rio.

A despeito da ausência de vetos, o petismo, mãos postas, reza para que Anthony Garotinho (PR) não dê as caras.

Garotinho pretendia concorrer ao governo. Abalroado por uma sentença que o tornou inelegível, foi à disputa por um assento na Câmara.

A candidatura dele está pendurada numa liminar (decisão provisória) do TSE. Antes, já era observado com um pé atrás. Agora, é visto como um coligado tóxico.

Afora o fator Garotinho, o comitê de Dilma exultava na noite passada. Degustava-se a expectativa de um evento portentoso. Coisa para 100 mil pessoas, na previsão otimista.

O comício está marcada para as 19h. Lula, o grande chamariz, só deve chegar do meio para o final.

Em convocatória levada à web pelo PT-RJ anunciou-se que, junto com Dilma, Lula participaria de “uma caminhada”.

A julgar pelo que diz o QG brasiliense de Dilma, é lorota. A caminho do comício, Dilma vai desfilar sua candidatura pela Av. Rio Branco, no centro do Rio. Mas sem Lula.

A concentração para o "passeio" será às 16h. Além de ter compromissos vespertinos no interior de São Paulo, Lula dissera que só faria campanha fora do expediente.

São três os principais motivos que levaram à escolha do Rio como palco do comício inaugural de Dilma:

1. Candidato à reeleição, o governador Sérgio Cabral (PMDB) está sentado sobre uma máquina capaz de arregimentar público.

2. Graças à proximidade de Cabral com Lula, materializou-se no Rio o palanque dos sonhos do presidente, com a junção dos interesses de PMDB e PT.

3. Terceiro maior colégio eleitoral do país, o Estado fica na região Sudeste, um pedaço do mapa que a campanha de Dilma decidiu priorizar.

Além das caravanas que Cabral ficou de arregimentar, o sindicalismo que viceja nas estatais sediadas no Rio, a Petrobras à frente, comprometeu-se a adensar a platéia.

Os sindicatos de estatais tentaram arrastar Lula para a inauguração de um comitê pró-Dilma a ser aberto no centro do Rio.

Consultado, o presidente cuidou de jogar água fria na pretensão. Mandou dizer que não iria. E a inaugração foi adiada.

Além de Lula, Dilma e Cabral, também Michel Temer (PMDB), o candidato a vice-presidente, escalará o palanque.

Temer informou ao repórter que, a exemplo de Lula, vai participar apenas do comício, não da caminhada.

Com uma programação mais modesta, o presidenciável tucano José Serra levará sua campanha a Pernambuco nesta sexta.

Assim como o PT, também o PSDB atribui prioridade ao Sudeste. Mas entende que não pode se dar ao luxo de descuidar do Nordeste.

Uma região em que, carregada por Lula, Dilma abriu uma dianteira nas pesquisas. Serra, que iniciara a semana entre Minas, Rio e Maranhão, deve fechá-la na Bahia.

Encaixada de permeio, a agenda de Pernambuco prevê uma entrevista de rádio e caminhadas pelas ruas de dois municípios: Caruaru e Gravatá.

Escrito por Josias de Souza

Novo Progresso: Anulação Pregão

Aviso de Anulação Pregão Presencial 030/2010.

Torna público a anulação do Pregão Presencial nº 030/2010, datado para 16/07/2010, com horário de abertura 09:00 h. objeto que se refere a futura contratação de caminhoes caçambas, retroescavadeira, rolo compactador e veiculo utilitário, Leandro Dallagnol - Pregoeiro

Por: Reginaldo Ribeiro

Novo Progresso: Aviso de Licitação

Aviso de Licitação Pregão Presencial: nº 031/2010
Objeto: Contratação de Empresa para Aquisição de Móveis ,Eletrodomésticos e Eletroeletrônicos destinados à rede Municipal de Ensino de Novo Progresso - PA TIPO: Menor Preço. DATA: 29/07/2010. HORA: 09:00h (hora local). Endereço para Informações: Trav. Belém, 768, Jardim Europa, Novo Progresso/PA. Fone (93) 3528-1151, Horário de Atendimento: 07:00h às 13:00h (hora local) – e-mail: licitacoesnovoprogresso@hotmail.com Leandro Dallagnol – Pregoeiro

Por: Reginaldo Ribeiro

Veja como foi a primeira noite da X EXPONP e conheça os ganhadores do bingo de uma moto FAN.

Publicado em 16 julho 2010 8 visitas, 8 hoje Categoria: Agronegócio, Cultura, Estado do Pará, Festas - Shows - Eventos - Baladas, Notícias, Novo Progresso

Como sempre, as emoções do rodeio atraem as atenções de muita gente, dessa vez não foi diferente. Milhares de pessoas abrilhantaram a grande festa. A 10° edição da Exposição agropecuária de Novo Progresso (EXPONP) e a 19° edição da Festa do peão começaram muito bem. A comissão organizadora está de parabéns.

A montaria em touros foi a contento, todos que foram para assistir ao espetáculo ficaram satisfeitos, com o desempenho dos animais e com a apresentação dos peões. Na grande festa tem muitos estandes dos comércios locais com ótimos produtos e bom atendimento.

No tatersal aconteceram vários leilões de gado de ótima qualidade com muitos negócios e gente contente. Muitas lanchonetes e bares repletos de consumidores.

Com a arquibancada e camarotes lotados de gente bonita a primeira noite foi sucesso total, depois da montaria foi realizado o bingo de uma moto Honda modelo FAN 125CC, milhares de cartelas concorreram, mas apenas duas foram vencedoras. Dois ganhadores vão dividir o prêmio, o agricultor Valtuir Marques de Carvalho, morador do Bairro Otavio Onetta e o rapazinho filho do dono da Retífica União, Diego Fernando Azevedo, são os ganhadores da motocicleta, eles ainda não decidiram como farão a partilha.

Entre tantas pessoas que se destacam na cidade, como comerciantes, empresários e fazendeiros, além das muitas mulheres bonitas, a pessoa mais ilustre da festa e que não passou por despercebida, foi uma loura alta de cabelos compridos e com franginha, a prefeita Madalena Hoffmann, sempre acompanhada pela Guisa, a chefe do gabinete. Do camarote da prefeitura ela assistiu ao show de montaria na arena e em seguida foi ao bailão, animado por Bill & Tarcisio e Banda Forró Nativo.

Fonte: www.diadiaprogresso.com

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Receita libera nesta quinta o segundo maior lote de restituições da história

Serão 2 milhões de contribuintes beneficiados. Juntos, eles receberão R$ 2,09 bilhões em restituições.
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Consulta de extrato poderá ser feita na internet Brasil - A Receita Federal deposita nesta quinta-feira (15) as restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2010, ano-base 2009, para 2 milhões de contribuintes incluídos no segundo lote.

Juntos, eles receberão R$ 2,09 bilhões em restituições. Os valores serão corrigidos em 2,54%, correspondente à variação da taxa básica de juros (Selic).

Trata-se do segundo maior lote de restituições da história, sendo superado apenas pelo liberado em dezembro do ano passado (R$ 2,4 bilhões).

Para saber se terá a restituição liberada nesse lote o contribuinte poderá acessar a página da Receita na internet ou ligar para 146. Basta informar o número do CPF (Cadastro de Pessoa Física).

Segundo a Receita, serão creditadas restituições para um total de 2 milhões de contribuintes, totalizando um montante de R$ 2,09 bilhões.

A Receita lembra que quem não informou o número da conta para crédito da restituição deverá se dirigir a uma das agências do Banco do Brasil, ou ligar para qualquer agência do BB ou para o "BB responde", nos telefones 4004-0001 nas capitais ou 0800-729-0001 nas demais localidades (ligação gratuita), para agendar o crédito em conta-corrente ou de poupança em seu nome, em qualquer banco.

A consulta ao extrato de processamento da declaração poderá ser feita pela internet.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, disponível na Internet.

Caso o contribuinte não concorde com o valor da restituição, poderá receber a importância disponível no banco e reclamar a diferença na unidade local da Receita, informou.

g1

Dez mais ricos têm 63% dos bens declarados.

Penas nove candidatos a governador e vice declaram ter mais de R$ 10 milhões

Os dez candidatos a governador e vice mais ricos do país concentram mais da metade (62,79%) do patrimônio declarado por todos os postulantes aos dois cargos nestas eleições. Os integrantes desse seleto clube respondem juntos por R$ 361,03 milhões dos R$ 574,91 milhões declarados por todos os 334 candidatos aos Executivos estaduais. A lista dos milionários tem cinco cabeças de chapa e cinco vices, e reúne um governador, dois ex-governadores, dois ex-deputados federais e um deputado estadual. Quatro dos mais abastados são estreantes na vida política e jamais exerceram qualquer mandato.

A relação dos candidatos de melhor situação financeira tem três tucanos, dois peemedebistas, dois representantes do PSB e um do DEM, do PDT e do PPS. Os dois mais ricos vêm de Mato Grosso e estão, curiosamente, na mesma chapa: o deputado estadual Otaviano Pivetta (PDT) - dono do maior patrimônio declarado à Justiça eleitoral entre os candidatos aos governos - é vice na chapa encabeçada pelo empresário Mauro Mendes (PSB), o segundo mais rico. Pivetta informou possuir um patrimônio de R$ 132,69 milhões, mais que o dobro dos R$ 57,15 milhões declarados por Mendes.

Na declaração de bens divulgada pelo TSE na internet, a fortuna de Pivetta é ainda maior – R$ 415,72 milhões. O candidato, no entanto, aponta um erro na compilação dos dados pela Justiça eleitoral, que somou ao seu patrimônio, em vez de dele abater, uma dívida de R$ 141,44 milhões. Segundo a assessoria do pedetista, seus advogados estão pedindo a correção dos dados à Justiça eleitoral. Antes de ser deputado estadual, cargo do qual está licenciado, foi prefeito por duas vezes do município de Lucas do Rio Verde, 324 km ao Norte de Cuiabá. Gaúcho, o candidato a vice-governador é empresário do setor de agronegócio, dono de fazendas, armazéns e beneficiadoras de grãos.

Veja a declaração de bens de Otaviano Pivetta

Seu companheiro de chapa, Mauro Mendes disputa pela segunda vez um cargo ao Executivo. Em 2008, ficou em segundo lugar na disputa pela prefeitura de Cuiabá. Radicado em Mato Grosso há mais de duas décadas, o empresário goiano possui diversos fundos de ações e imóveis, além de R$ 27,3 milhões em cotas de uma empresa especializada na construção de torres de telecomunicações.

Veja a declaração de bens de Mauro Mendes

Além dos dois mato-grossenses, outros sete candidatos declararam patrimônio superior a R$ 10 milhões. São eles: Guilherme Afif Domingos (DEM), Pedro Fiúza (PSDB), Nilo Coelho (PSDB), Iris Rezende (PMDB), Teotônio Vilela (PSDB), Cláudio Vale (PPS) e Paulo Skaf (PSB). O décimo mais rico é o ex-deputado Confúcio Moura (PMDB-RO), que declarou R$ 8,55 milhões em bens. A relação dos bens declarados pelo peemedebista, que deixou a prefeitura de Ariquemes no final de março, não estava disponível na página do TSE ontem à noite (14), assim como a dos demais candidatos de Rondônia.

Candidato a vice de Geraldo Alckmin em São Paulo, o ex-deputado e empresário Afif Domingos informou ao TSE ter R$ 49,21 milhões em patrimônio. Desse total, segundo a declaração entregue por ele à Justiça eleitoral, R$ 15 milhões se referem a créditos de letras hipotecárias. Em 1989, Afif foi candidato a presidente da República. Com o slogan “Juntos chegaremos lá, fé no Brasil. Com Afif juntos chegaremos lá”, ele obteve 3,2 milhões de votos e ficou à frente de Ulysses Guimarães (PMDB), Roberto Freire (então no PCB) e Fernando Gabeira (PV). Há dois anos, tentou sem sucesso uma vaga no Senado. Foi derrotado pelo senador Eduardo Suplicy (PT).

Veja a declaração de bens de Afif Domingos

Aos 30 anos, o administrador de empresas Pedro Fiúza é o mais jovem entre os candidatos mais ricos. Ex-coordenador-geral da Associação dos Jovens Empresários (AJE), é vice na chapa encabeçada pelo também tucano Marcos Cals. Tem patrimônio declarado de R$ 38,92 milhões. Desse total, R$ 32,28 milhões se referem a cotas da BLP Participações SA, que atua nas áreas da construção civil e incorporação imobiliária.

Veja a declaração de bens de Pedro Fiúza

Aos 67 anos, o ex-governador da Bahia Nilo Coelho é candidato a vice do também ex-governador Paulo Souto (DEM). Ex-deputado federal e ex-prefeito de Guanambi, ele informou ao TSE ter um patrimônio de R$ 22,23 milhões. Entre outros bens, Nilo Coelho declarou ser dono ou sócio de mais de 40 fazendas na Bahia.

Veja a declaração de bens de Nilo Coelho

O ex-prefeito de Goiânia Iris Rezende Machado é o mais velho entre os candidatos mais ricos a governador e vice. Aos 76 anos, o ex-senador, ex-governador e ex-ministro da Agricultura e da Justiça informou possuir R$ 14,63 milhões. A maior parte desses recursos está no campo. Além de fazendas em Goiás e Mato Grosso, o candidato a governador declarou possuir 11.994 cabeças de boi e búfalo, avaliadas em R$ 8,4 milhões. Ele renunciou à prefeitura no final de março para poder concorrer ao governo do estado.

Veja a declaração de bens de Iris Rezende

Dono do sétimo maior patrimônio entre os candidatos aos governos estaduais, o atual governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho informou praticamente o mesmo montante que Iris: R$ 14,62 milhões. Candidato à reeleição, o tucano tem R$ 10,92 milhões em ações nominativas das Usinas Reunidas Seresta S/A. Entre outros bens, tem um apartamento avaliado em R$ 3 milhões em Maceió e uma moto Harley-Davidson, estimada em R$ 49 mil.

Veja a declaração de bens de Teotônio Vilela

Vice do ex-governador Lúcio Alcântara (PR), que tenta novo mandato, Cláudio Vale é o segundo mais jovem entre os candidatos mais abastados. Dono de patrimônio avaliado em R$ 12,16 milhões, o empresário de 36 anos se candidata pela primeira vez a um cargo público. É administrador do Fundo de Investimento BS Elo e do Fundo de Investimentos Vale. O candidato a vice pelo PPS é presidente da Associação Nacional de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (Anfidc).

Veja a declaração de bens de Cláudio Vale

Aos 55 anos, o industrial Paulo Skaf disputa sua primeira eleição. Na corrida ao governo de São Paulo, o presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) declarou patrimônio de R$ 10,83 milhões. Os maiores bens informados pelo candidato do PSB são uma casa em São Paulo, avaliada em R$ 3,19 milhões, e os R$ 3,98 milhões referentes a 99,5% das cotas da Skaf Participações e Administração de Bens Ltda.

Veja a declaração de bens de Skaf

A Justiça eleitoral exige de todos os candidatos que informem, ao pedirem o registro de candidatura, os bens que mantêm em seus nomes, a exemplo da declaração anual do Imposto de Renda da Pessoa Física. São participações em empresas, fazendas, apartamentos, casas, carros, aplicações financeiras e demais investimentos. Segundo o TSE, os candidatos que informarem dados incompatíveis com a realidade estão sujeitos a ficarem fora da disputa eleitoral e a responder por crime de falsidade ideológica. As denúncias podem ser feitas por partidos políticos, coligações e pelo Ministério Público Eleitoral. Neste ano, nenhuma resolução foi baixada pelo tribunal para regular a declaração patrimonial.

(Congresso em Foco)