quinta-feira, 21 de junho de 2012

Ato Público protesta contra a construção de hidrelétricas.


Movimentos sociais não aceitam que o governo federal construa usinas hidrelétricas nos rios da região, pois causariam grandes impactos ambientais e sociais.

Ato público ocorreu na Praça Barão de Santarém Santarém - Os movimentos sociais de Santarém, padres franciscanos e universitários realizaram, nesta quarta-feira, 20, na Praça Barão de Santarém, um ato público contra a construção de usinas hidrelétricas no Rio Tapajós.

O tema do ato foi “Nosso Rio é Aqui” para mostrar que estão conectados e interligados com os debates que acontecem na Rio+20 e na Cúpula dos Povos. Os manifestantes fizeram apresentações culturais e rituais indígenas.

“O tema do nosso ato significa que não é necessário irmos até o Rio de Janeiro para protestar contra os projetos que virão a prejudicar as populações tradicionais da região. Nosso rio é aqui, então temos que lutar aqui”, explicou o coordenador do Movimento Indígena do Tapajós, João Tapajós.

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O ato também foi um protesto contra o modelo de economia verde ditado para a Amazônia, com a previsão de construção de cinco usinas hidrelétricas no complexo São Luis/Tapajós.

Para encerrar a manifestação, os participantes fizeram a dança da cobra grande e em seguida, um abraço simbólico ao Rio Tapajós.


Com informações de Armando Carvalho

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