segunda-feira, 11 de junho de 2012

PSL vai à eleição com Sérgio Pimentel.


O Partido Social Liberal (PSL) definiu ontem, durante convenção municipal realizada no auditório João Batista, da Assembeia Legislativa, o nome de Sérgio Pimentel como candidato a prefeito de Belém. Ele terá como vice o advogado Bruno Monteiro. 

Também foi denifido pelos convencionais que o partido concorrerá à Câmara Municipal com 20 candidatos. Pimentel disse quee stava muito feliz pela escolha, que segundo ele “vem das bases, dos bairros mais pobres, onde faltam saneamento, saúde, segurança e educação”.

Líderes comunitários dos bairro do Benguí, Tapanã, Tenoné, Pratinha, Cabanagem e Parque Verde, filiados aos PSL, segundo Pimentel, contribuíram e discutiram nos últimos seis meses a elaboração do plano de governo do candidato. Alguns projetos são definidos como ambiciosos e “não impossíveis de colocar em prática”, como a construção de 280 casas de atendimento à saúde da família, hoje um dos problemas enfrentados pela gestão de Duciomar, que já recebeu até notificação judicial, porque o programa está muito devagar.

Está prevista a construção de 70 casas de saúde da família a cada ano do mandato. Na educação, ele acena com a construção de cinco mil vagas para as mães colocarem os filhos pequenos nas creches. Para o transporte, será implantado o passelivre nos ônibus, “antes do BRT”, pelo periodo de uma hora e meia.

No setor cultural, o projeto prevê a readequação do centro histórico de Belém para fomentar o turismo. A segurança pública, ainda de acordo com Pimentel, irá melhorar com a integração da Guarda Municipal com as Políciais Civil e Militar.

O candidato riu muito ao ser perguntado se era verdade que sua indicação pelo PSL para disputar a prefeitura seria uma estratégia do prefeito Duciomar Costa para que, mais à frente, Pimentel renunciasse à disputa para figurar como vice na chapa apoiada por Duciomar, que tem na cabeça o atual vice-prefeito, Anivaldo Vale. “Isto só pode ser piada, não há nenhuma veracidade nisso”, afirmou, garantindo que sua candidatura “é para valer”, não tem o dedo político de nenhum cacique e “irá até o fim”.

Periferias

Pimentel foi taxativo ao afirmar que sua candidatura é uma alternativa para a população que busca algo diferente na política local. “Belém possui três periferias; uma depois do bairro do Umarizal, outra no Benguí, Tapaná e Tenoné, e a última nas ilhas que cercam a cidade, onde faltam serviços essenciais de saneamento e saúde”. É para essas pessoas, diz ele, que pretende governar.

Sobre alianças com outros partidos, informou que tem mantido conversas com dirigentes de legendas pequenas para uma “união de forças”. Com 90 segundos de tempo na propaganda política no rádio e na televisão, o candidato argumenta que pretende participar de todos os debates para expor suas ideias e propostas.


(Diário do Pará)

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